OBSESSOR – parte dois


A vida desregrada de certos encarnados propõe um ajuste na ciência política da terra.
Eu voltei aos Andes. Eu fui fazer companhia ao índio que sozinho emite bons fluidos para todos. Em seu mundo solitário se houve apenas o canto da cura. Jesus está com ele e Seta Branca o trouxe para servir a grande missão do despertar.
A obsessão se dá nos encarnados pela psicopatia ou sociopatia. Espíritos maus seguindo as velhas estradas. Eles receberam uma grande oportunidade de se evoluir respeitando as vidas ao seu redor. Mas infelizmente o que prevalece é desobediência aos seus juramentos.
Um espírito enfermo vai continuar enfermo se ele não aceitar sua redenção. O psicopata nasce com uma janela temporal aberta e vai reveber através de impulsos eletromagnéticos as ordens do eu interior. Ele é obsessor de si mesmo. Pra ele viver ou morrer é a mesma coisa. Não há remédio que cure a não ser o conhecimento da verdade e o querer se curar. Vigilância constante para não voltar pelo mesmo caminho.
Vejam que existe este tipo de enfermidade e existem outros como o acrisolamento do elítrio na cabeça. Ele vai deixar sua vitima refém de suas habilidades emocionais. Apesar do seu estado ser depreciativo ele é muito inteligente.
Um elitrio pode se acrisolar em várias partes do corpo físico e com isso criar metástase levando a morte. Na junção este elítrio é beneficiado com forças que separam os campos da psique humana. Se for a vontade de Deus ele pode ser retirado ou somente tratado.
A junção de forças é como um bálsamo para quem recebe este passe. Quem emite transfere do seu plexo esta energia que manipulada pelos médicos vai sendo limpa para depois atingir os pacientes.
Transfusão ou transmutação da ciência espiritual dos grandes iniciados.
Eu sigo ordens e num trabalho havia a impregnação de um elitrio em uma ninfa. Seta Branca pediu uma junção cabalística que foi feita e libertou o elitrio adquirido. Por isso o silêncio dentro do pronto socorro espiritual para que vossas bocas não deixem entrar o que não lhes pertence. Falar o necessário sobre os trabalhos e deixar para a terra o que é da terra.
Eu estava sentado e o indio dançava para o sol e para a lua. Com seu chocalho na mão direita e a outra em honra e guarda ele fazia gestos de cima para baixo. Tribo Tupi-guarani. Da vida a extinção. Ele não guardava rancor. Ele cantava em louvor.
Nossos mantras são louvores a Deus e aos encantos do amanhecer. Eles são como do guerreiro que abre os portais das dimensões.
Eu recebi a cura dos meus ais. Eu agedeço por tudo que recebo e o que não tenho merecimento de receber.
Nem tudo que é bom para outros é bom para mim e vice-versa.
Jaguares do amanhecer. Não sei tudo e também o que sei deixo de ensinar. A vida faz mais sentido quando aprendemos a amar o belo e o feio, como disse Mãe Iara.
Ninguém pode ser feliz carregando as argolas presas em seus tornozelos.
Pensem assim: quem precisa se evoluir sou eu para depois ensinar o caminho ao meu irmão. Como você vai ensinar se não aprendeu, se nunca caminhou pelos caminhos dos ventos uivantes.
O amanhecer de Seta Branca é a junção de tudo que é bom. Nada se perde, tudo se transforma.
O indio continuou sua dança em volta da fogueira e eu voltei.
Só Deus na sua perfeita obra para mostrar a verdade.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
21.09.2021

Seja bem-vindo ao vale dos deuses!