UMA ROSA

Olhando a imensidão do universo chegamos a uma conclusão neste cenário de mil e umas noites: o jaguar é um caminho sem volta que pode chegar ao fim de uma era e esclarecer a nova que reflete no espelho d’agua no sopé da montanha.
Eu tenho recebido muitas provas e provações de um capitulo rescendente aplicado em nossas mãos. Quando forem usar o perfume cruzem suas espadas no dorso das mãos. Sinal de fé e amor.
Ontem eu vi um quadro enigmático nas costas de uma ninfa sol. Começou na cultura e na linha de passe com Pena Branca. O deslocamento espiritual abre as portas para infestações de toda ordem e por isso o jaguar tem que ter os pés no chão. Pai João veio formar nossa cultura e nos ensinar os caminhos que devemos seguir. Penha branca trouxe sua lei, a razão, para mostrar a direção do nosso destino.
São fenômenos que nos trazem uma grande jornada do homem em sua pequena nave seguindo para as estrelas. Todos já conhecem as estrelas de suas origens e é por elas que são guiados na terra dos prazeres. Por isso muitos espíritos querem reencarnar de novo. Sentir os prazeres deste planeta em desenvolvimento. Só temos que ter uma segurança: não avançar demais na ciência sem conhecer seus conflitos.
É muito fácil desvendar os segredos desta vida, mas como é difícil retornar para refazer. Isso já aconteceu com outras civilizações que foram extintas, desintegradas, o mal uso do conhecimento. Todos pensam que já são doutores dos enigmas em dois mundos. De aspirante já são professores ignorando os seus instrutores. O grande mestre ensinou o evangelho e foi pregado na cruz pelos mesmos que defendiam a lei de Deus.
Jaguar, ninfa, olhem para o céu e não se joguem na contra mão do seu coração. Amem aqueles que pediram a Deus. Não fujam de suas responsabilidades entregando ao desconhecido os seus amores. Um compromisso é uma jura transcendental.
Quando eu vou viajar eu me entrego de corpo e alma ao sacerdócio que me conduziu a esta caminhada. Devo isso muita a Tia Neiva que me levou pelas mãos até o sétimo sentido. 1980 a 1984 quando nos reuníamos no pequeno templo de pau a pique e as aulas vinham direto. Foi formada uma cultura de mãe para filhos. As grandes decisões do espirito foram tomadas nesta ocasião do jaguar em sua evolução. Ela ali incorporada na minha ninfa e eu ali recebendo o pão espiritual.
Nestes quatro anos de curso, todas as quintas-feiras, as 20 horas, ela vinha com um acervo para mudar o destino. Mostrar que o espirito é livre das amarras. Ninguém mais teve esta cultura. Isso eu posso afirmar aos olhos de Jesus como prova verdadeira desta missão. Entregar meus olhos pela verdade. Ao chegarmos na grande casa ela já nos esperava para consagrar estas afirmações: “Faça tudo como lhe ensinei meu filho”.
Já, desde aqueles dias de curso, ela nos preparava para algo muito além da nossa proporia imaginação. O espirito transcendental. O espirito livre das amarras. Ganhamos esta condição de poder sair, se levantar do tumulo, chegar a mundos inimagináveis. O homem do terceiro milênio. O homem luz deste universo. Quem em são consciência pode decifrar os enigmas da transcendentalidade sem perder a consciência humana. Primeira aula da reflexão.
Neste vai e vem Humahã nos induzia a formação do plexo. Quantas noites varadas ao sol e a lua. Quantas noites tempestivas de frio e calor, mas a contagem das estrelas foi um grande marco estabelecido. Ela jamais entregou esta carta a outros perlo medo de se perderem na vaidade e na ambição. Até hoje eu sou cobrado pela espiritualidade na humildade dos desejos. Simplicidade. Foi esta palavra que marcou nossa missão. Eu consegui chegar aos limites da transição de dois mundos pela simplicidade. O grande Mago Branco, Morgano, que atribuiu os 108 mantras, que simplesmente era simples.
Não há medalhas que lhe convença conhecer os efeitos da força magnética. Ela está presente em tudo, até nossos corpos sofrem a sua atuação. Se um dia acontecer a interferência do magnético no corpo físico todos irão se desintegrar. Átomo por átomo tudo retornara a terra e o espirito sairá em busca de sua origem.
O cuidado de não se brincar com os efeitos da superioridade espiritual. Ninguém pode se dizer dono de um comando sem conhecer os ritos sagrados. Vejo muitos aqui sendo donos e na verdade são fantoches da vaidade. “Eu sou o cara”. Mas quem conhece o sistema se cala diante das contestações. Viver e viver.
Foi então que Pena Branca em sua lei, razão pura, olhou para quem estava junto da ninfa. Por razões obvias eu não posso revelar, segredo. Somente o jeito dele olhar já disse tudo.
O maior segredo é que ninguém escuta mais. São aves que se largaram do ninho e agora revoam seus leitos sem saber como voltar. Na estrela está escrita a mensagem de Seta Branca, releiam, prestem atenção. Caso não entenderam releiam de novo.
O homem luz deste planeta.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
11.06.2020

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