TOLERÂNCIA ZERO

TOLERÂNCIA ZERO
Teste de tolerância a um representante de adjunto de povo.
Acho que a falta de trabalho espiritual está criando uma convulsão cerebral. A energia está ultrapassando os limites da segurança.
O alto clero e o baixo clero.
Presume-se estarmos vivendo está disparidade mediunica. O alto clero se fechou nas dependências do escalão. O baixo clero está sustentando as condições impostas.
Os seres humanos que se intitulam dominadores do círculo vital estão armados até os dentes para combater seus amigos. A perca da tolerância já é um sinal de fraqueza. O medo de perder sua posição neste cenário os levam a embrutecer o diálogo. Deveriam fazer uma carranca e dependurar na porta de entrada para espantar quem os incomodasse.
Eu sai do físico e me perdi nesta convulsão comportamental. Eu tinha uma missão em uma cidade aqui próxima. Araucária. Ao chegar fora do físico eu não sabia para onde ir. Olhava em volta e deu um branco. Parei e fiquei em sintonia. Não entrei em pânico. As coisas foram se desembaraçando e clareando. A energia que o adjunto irradiou foi terrível. Criou uma rede negativa.
Quando cheguei na cidade fiz o que tinha que fazer e logo voltei. Abri uma porta de conexão com este município. Eu diria: centralizar aqui no templo as forças que vão expandir.
Vocês não podem imaginar o que acontece longe dos olhos físicos. O dorcéu de energias percorrendo o universo.
Todos já são donos de suas faculdades mediunicas. Foram preparados e principalmente alertados para nunca voltar suas armas contra seus irmãos.
Que Jesus esteja entre nós para restabelecer a simplicidade. O homem jamais edificará sobre os escombros. Se alguém não compreendeu estas palavras repense seu comportamento. Se você destruir uma amizade jamais a reconstruirá.
Se não souber dialogar não assuma o pedestal ou o comando de uma tropa.
Saber ouvir: tolerância.
Saber falar: humildade.
Saber ver: amor incondicional.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
03.05.2020

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