A FILA ESTÁ AUMENTANDO

A FILA ESTÁ GRANDE
Os espíritos se jogam pra fora de suas esferas em busca do alimento, Deus.
As leis estão se contradizendo pelo simples desconhecimento da triangulação divina. Eu vou buscar dentro do convívio a multiplicação do pão que cada um recebe em seu centro receptor. Eu abro caminho sem ser seguido, pois a filosofia atrapalha o raciocínio. Raciocinar entre dois mundos diferentes no aspecto angular. Ponto de vista inferior ou superior.
Quando eu me lancei nesta árdua estrada criei divergências políticas dentro da missão. Missão dentro da singeleza humana é algo que muda a lógica trazendo verdades escondidas. Ninguém quer se evoluir, querem somente banquetes a luz de velas. A tradicional mesa de Kardec já fechou seu circulo vital e agora dentro do terceiro milênio se programa na linguagem escrita para se perpendicular sobre as influências anímicas.
A fila está grande e o homem não quer sair dela com medo de se perder ou perder sua posição. A intelectualidade fechou a cabeça, os pensamentos divergiram, a fé perdeu controle sobre si.
Os espíritos querem voar na claridade do dia. O sol brilha na metade do dia, planeta, deixando outra metade, noite, perdida sob a luz da lua e das estrelas. Quem puder ver ao dia as estrelas saberá sua posição na contagem.
Cada um tem que buscar o que é seu e não tomar dos outros. Nada que sirva nesta escalada poderá saciar a sede e fome de justiça.
Eu busco o alinhamento do interecptivo na minha condição mediúnica e é isso que todos deveriam fazer. Se realinhar com sua verdade. Eu recebo muitas descargas magnéticas aqui mesmo na terra. São como enormes blocos ou esferas prateadas que descem explodindo ao contato com o oxigênio. A terra treme e o céu brilha. Como disse Seta Branca sobre as enormes placas do negro espaço caírem sobre os quartéis. Não haverá escolha.
Nesta longa estrada da vida espiritual encontramos tudo que precisamos conhecer. Desde os mudos, surdos e cegos até os incompreendidos. Espíritos que se atraem pela força vingativa. Como a clarividente me entregou seu canto para ser proferido na chamada individual. Este canto profetiza como uma canção entre o céu e a terra.
A individualidade em contraste com a personalidade. Dois caminhos, uma missão. O despertar da consciência dinâmica.
Quando eu abro o meu mundo eu desperto a minha natureza. Diferente. É algo que se eleva contrariando os pensamentos. Não mais alimenta os olhares. Tudo é impregnação pelo contato. Eu busco e trago.
Como disse tia Neiva: se você chamar o pai vem.
Ninguém é dono de ninguém e ninguém é submisso a alguém. O mundo espiritual não tem dono e ninguém tem a chave para abrir alguma porta. Se intitular dono da verdade é mentir aos olhos da espiritualidade. Aqui na terra alguns se esforçam para abafar a linha direta:
Só vão receber o que eu entregar. Eu sou a verdade.
Eu me recuso a aceitar palavras cegas, surdas e incompreendidas. Só teve uma mulher que eu tirei meu chapéu em honra de jaguar. Todos aqui só representam como num teatro ou folclore. Mas nenhum subiu para trazer a melodia do silêncio astral. Representar não é ser dono ou ter domínio. É ser submisso.
Os espíritos grandes indiciados são livres para ir e vir. Muitas vezes incompreendidos pela humanidade cega. Qualquer ação ou atitude representa um perigo para eles que seguem a mesma estrada. Isso desde os primórdios tempos da existência humana.
Se colocar diante da espada é ter certeza que assumiu sua condição especial. Fira-me quando meu pensamento afastar -se de ti.
Viram. Uma condição especial. Cavaleiros especiais.
Sobre a terra dos homens encapuzados a linguagem descendente atribuí um comportamento diferenciado de obrigação. Ninguém é livre em sua escolha.
A fila está aumentando.
Mas quem é quem nesta organização psico-espiritual se ninguém é de ninguém.
Vamos refletir jaguares. Peguem suas espadas.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
30.05.2020

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