A VIDA DO JAGUAR

Maquete vale dos deuses

A VIDA DO JAGUAR
Ser jaguar requer muitas vezes engolir o silêncio, pois ser médium é ter sua mente aberta. Os que digladiam nem sempre escutam a intuição, sempre vão se guiar pela bengala branca.
Eu sempre trago algo de bom neste emaranhado de coisas que acontecem nas veredas sombrias. O mundo físico é uma grande escola que forma ou deforma um ser.
Eu, hoje, quarta-feira, não sabia como agir no trabalho do templo. Muitos aparas e poucos doutrinadores. Todo trabalho faltava doutrinadores. Sentado no radar eu pensava, olhava, até que veio a orientação. Uma linha de passe com os nagos. Olorum chegou e foi logo colocando em ordem. Eu formei a via sagrada e olorum desceu com sua grandiosa estrela branca. Os nagos formaram os congás.
E assim vieram os caboclos e as sereias participar. Tudo na ordem de Olorum.
A contagem das estrelas é uma precisão dentro da individualidade dos médiuns. Todos sabem fazer a contagem trazendo a lua e o sol para unificar estes filhos.
Três reinos, três poderes, três forças. A junção deste comando não pode ser feito sem a anuência de pai João de Enoque. Se ele autorizar deve ser conduzido com muita firmeza. A precipitação de forças que descem e sobem mostram a realidade de um povo místico. Somente deve ser feito com autorização espiritual.
Os cegos nunca verão a verdade porque se escondem atrás de uma muralha. Os surdos falam o que não ouvem. E os mudos silenciosamente admiram o sons da vida.
Cego não guia cego.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
29.04.2020

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