CASA TRANSITÓRIA – PARTE DOIS

CASA TRANSITÓRIA – Parte dois
Após ter voltado desta missão um espírito veio me procurar. Era uma tia que desencarnou a alguns anos e estava neste albergue. Ela pediu ao mentor que precisava falar comigo. Eu não a tinha visto lá, pois eram muitos.
Ela chegou esta madrugada aqui na terra. Sabe, na madrugada o etérico é mais leve, é como uma nuvem de garoa.
Foi um reencontro, mas ela não estava em companhia de sua família desencarnada, estava com seu protetor, seu mentor espiritual.
Foi assim que aconteceu, porque os espíritos mudam suas roupagens em conformidade ao seu estado emocional. Ela estava diferente, mas sua vibração condizia com sua última passagem pela terra.
Conversamos, sim, após ela se equilibrar, pois estava muito emocionada por ter me visto nesta missão.
A forma de adaptação dos espíritos após o desencarne nestes mundos de Deus é necessário, ali é a continuidade do seu regresso. Neste albergue os inquilinos vão ficar numa espécie de incubadora para desassimilar os resquícios do físico. Fazer uma limpeza para poder seguir e o que não conseguir por ter saudades da terra irá permanecer mais tempo para apagar sua memória residual. Se não ele sempre ficará preso entre os dois planos, nem céu e nem terra.
Conforme ela ia se equilibrando ia soltando suas palavras. Com o tempo os espíritos vão perdendo o jeito da matéria e devem aprender sua linguagem mental.
Conversar pelo pensamento. Algo que esquecemos nesta convivência animal e pela aparelhagem horizontal. Mais fácil pegar um telefone do que abrir seu canal sensorial.
Aprender ou desenvolver este método antigo melhora seu contato com Deus. Mas como é difícil desfazer destas conquistas e retornar aos bons hábitos espirituais.
Se ligue em você mesmo.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
29.03.2020

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