CAVALEIRO VERDE

CAVALEIRO VERDE
Vou contar o que eu vejo, a lei da razão, coisa que muitos desconhecem.
Estávamos nos preparando para abrir os trabalhos, eu não estava no comando. Eu estava tirando os mantras na pira enquanto os comandantes se harmonizavam no castelo de silêncio. De repente enfiaram um espeto na minha perna esquerda, dei um gemido de dor. Mesmo assim continuei tirando os mantras. Não demorou muito chegou o paciente que tem problemas mentais. Sentou bem atrás de mim na fila magnética. Fiquei de olho, porque senti a má intenção. Ele havia começado a desenvolver, só que sua doença estava avançada. Ele veio para bagunçar o templo, desequilibrar o atendimento. Fui trabalhar com minha ninfa nos tronos vermelhos e lá começou as interferências do espírito vivo. A esquizofrenia é uma porta aberta e sem controle. O espírito sai do corpo e faz a obsessão. Ele sentado nos bancos e seu espírito no apara.
Ele foi atendido e foi para a linha de passe aguardar. De lá ele mentalizava os tronos. De repente o cavaleiro incorpora com uma força impressionante e começa a manipular o espírito. O paciente começou a levar chicotadas nas costas. Ali começou a gritar, pois seu espírito recebeu dentro da razão a doutrina direta. De repente num grito ele saiu pela porta do templo xingando e foi embora. O templo ficou leve, e os pacientes foram atendidos.
Para quem não vê ou acredita, os cavaleiros não brincam com a missão de Seta Branca. Eles são a lei e a ordem.
Se eu contar como foi recomposto o espírito do paciente veriam como esta doutrina não brinca com a vida.
Encerramos os trabalhos, e agora a pouco, aqui na mesa do jantar pai João de Enoque veio ver como estávamos.
Graças a Deus, estamos bem.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
25.01.2020

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