NEGO VÉIO

NEGO VÉIO
Me chamaram e eu fui.
Sofredor algum recusa um converse com preto velho. Ele, preto velho, se desfaz de sua luz para atrair o espírito e transmitir o amor. Nesta roda de conga eu assisti o despertar da verdadeira missão do jaguar. Como somos queridos e amados por eles que em reunião distribuem conhecimento.
Fui viajar e voltei. Fui até Bahia, um enrosco carmico, um momento de atenção. As luzes indicam o caminho, o carreiro brilha como pequenos faróis de carga desigual. As sombras do passado se alimentam do ectoplasma presente tornando a vida um agulheiro onde as espetadas chamam a razão.
As preces das cantigas antigas milenares são testemunha deste acerto.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
19.12.2019

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