TUMUCHY

TUMUCHY
Voltamos, então, a verdadeira ciência cósmica, os cientistas e suas finalidades de preparar a terra para o contato com o universo.
Tínhamos por lei a estruturação dos pontos cabalisticos para manter a ligação com as origens de nossas vidas. Ao retornar entre 5 a 10 mil anos tudo era perfeito, pelo menos os 21 tumuchys mantinham sob sua guarda os segredos da dinastia.
Bom, um fenômeno era especial, o descobrimentos dos pólos de radiação energética, onde a energia cósmica sideral mantinha canal de movimentação. O fluxo de energia como um fino fio de luz descia sobre estes pontos alterando o estado primitivo. As revelações magnéticas formavam espetáculos com a movimentação de metais, da natureza, dos corpos físicos.
Aqui no templo eu tinha construído uma cabine magnética onde as 14 lanças eram magnetizadas e se movimentavam pela energia. Era naquele ponto, naquele jardim, que sem vento, sem mãos humanas, ficavam uma hora ou mais no balanço. E era somente em uma direção, leste oeste, quando uma parava outra começava.
Vinham pessoas ver, estudar, analisar.
Ao voltar no tempo que o espaço ocupa a ciência se revela nos pequenos detalhes. Éramos caçadores dos pontos cabalisticos e tínhamos instrumentos para captar os fachos de energia. Um deles era simples, eram como garrafas com metade de água amarradas pelo centro gravitacional. Elas iam sendo conduzidas aleatoriamente e onde houvesse manifestação de um fluxo a terra era marcada. Aqui quando eu marquei o fluxo foi diretamente pela luz que descia.
Alguns mestres daquele tempo assistiam a movimentação desta fonte de radiação cósmica. Tudo estava tranqüilo e quando alguém chegava perto dava inicio a movimentação.
Era uma cabine. O silêncio das mentes perpetuavam nos pedidos às amaces.
Não são em todos os lugares da terra que predispõe desta abertura, sem um medidor de alternância não se consegue descobrir. É como um posseiro que vai abrir um poço de água, ele usa de uma forquilha para descobrir o veio subterrâneo. Ao cruzar de leste a oeste, de norte a sul, ele estabelece exatamente onde está a água. Assim também podemos descobrir o fluxo energético. A estrela candente do templo mãe está dentro de um fluxo, precisamente nas lanças que irradiam todo o sistema.
Não adianta construir estrelas fora deste fluxo, não haverá integração com o cosmo. Se não tem uma porta aberta nada acontece. É como lançar um foguete para fora da terra, tem os pontos determinantes que facilitam a subida. Assim também é com a descida, se não tiver facilidade não desce, não há ligação.
Primordialmente ninguém se liga neste fato importante, ninguém determina uma projeção por não dominar a técnica tumuchy.
Os instrumentos são fáceis de serem construídos, basta ter conhecimento.
No sentido das garrafas posicionadas elas irão revelar se ali tem energia ou não. Uma estrela sem ligação é uma estrela morta. Podem fazer tudo, mas vão trabalhar somente com energia humana.
A precisão dos detalhes dão ao mestrado uma direção, sem esta conclusão a conta é alta.
Ao voltar neste período científico os instrumentos ainda estão guardados sob as grandes estátuas dos guardiões que espalhados pela terra os protegem. O homem quer dominar a ciência esotérica sem conhecer a antimatéria. Se ele descompensar o sistema engole, cria-se um buraco negro. As vítimas seremos todos nós que arrastados pela vaidade de mostrar que podemos fazer não respeitamos as ordens do astral superior.
A estrela candente tem responsável pela sua identificação. Alguém foi e pediu informações se podia entrar neste mérito, só para dizer, eu fiz a minha estrela.
Jaguares, sem ter um ponto cabalistico que se ligue nada acontece.
Voltei. A vida na terra é uma bênção de Deus, aproveite pela simplicidade as suas emoções. Só não procure desvirtuar do segredo da eternidade.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
04.09.2019

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