UM PEDIDO DE AJUDA

UM PEDIDO DE AJUDA
Eu ouvi e sai correndo.
O tempo é escasso para refletir sobre quem pede ajuda. Eu estava voltando de uma missão quando ela me chamou. Eu tenho muito amor pela missão que ela se dedicou, deu sua vida, e agora vemos os próprios filhos destruindo.
Onde o pai está ela também está.
Eu corri e cheguei onde ela estava. Foram momentos inesperados, porque ela precisa de um doutrinador junto para sua segurança.
Como naquele momento não havia ninguém ela chamou no espaço que ecoou. Eu estava em trânsito quando recebi o seu chamado. Imediatamente me desloquei.
Tem muita coisa que os mestres não sabem, não aprenderam sobre a vida fora da matéria, mas vejam, se todos vieram do mundo espiritual, porque tanta discrepância.
A tal enfermidade do homem moderno, pensar que tudo está ao seu alcance e não aceitar as recomendações de Deus.
Cheguei e cravei minha lança ao lado de sua cama.
_ aqui ninguém mexe!
Aquilo tudo foi se desfazendo, perdendo força. A lança vibrou e desintegrou a nuvem cinza.
Nós não podemos desfazer nossas juras transcendentais, podemos sim, iluminar.
O Pai esteve aqui no templo ontem, com seu grande e meigo sorriso, veio qualificar os comandantes do trabalho. Eu vejo que estes mestres estão entrando no ciclo da responsabilidade. Não conversam distraidamente, somente a respeito dos atendimentos. Sintonia muda tudo ao redor.
Quando tudo voltou ao normal eu pude voltar, mas deixei a lança cravada ao lado da cama.
O sinais do tempo no templo. Em breve muitos que não acreditam terão respostas.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
04.08.2019

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