CHARME COMERCIAL

CHARME COMERCIAL
Não deixe o charme morrer, não deixe o fogo se apagar…
Eu estive acompanhando um povo comerciante, vendo seus modos de negócio. Tudo diferente dos nossos convívios comercias. Lá, pelo antigo dos mais antigos, ele nunca perdeu um negócio sequer. Para ele o comprador deve pelo menos sair com algum produto de sua loja. Se não conseguir vender ele dará de graça, mas aquela pessoa a partir do momento que entrou no seu comércio ela tem a energia do interesse que movimenta a engrenagem material.
Se quebrar este caminho quebrará o charme dos negócios. Talvez seja até exagerado, ou obsessivo, ou sei lá o nome que se de a esta atitude, mas na loja ao lado estava vazia.
Eu fiquei analisando como são espertos na negociação, porque ao alguém sair de mãos vazias significa que não gostou. Os preços são negociáveis dentro de uma escala de experiência.
Esta família vive no Brasil, mas suas heranças transcendentais estão nas origens de um povo muito sistemático e olha que eu tive que sair com algo nas mãos. A energia da gratidão é que trás outros interesses, sim, quando você vibra com a compra você deixa seu bem estar impregnado na entrada.
Se alguém se desfizer de algum produto, nossa, o dia acabou.
Eu comparei as duas vendas, uma era maior da esquerda, vendo de frente, e esta da direita menor.
Fiquei motivado em escrever para falar desta energia que esconde muitos mistérios e porque algumas lojas morrem cedo. Saber negociar sem deixar perder um cliente sequer.
O charme e o fogo se entrelaçam no verdadeiro comerciante. Tem gente que já trás no seu destino estes dois segredos e tem gente que sempre será empregado.
O conhecimento de tudo nos revela quem somos e se temos ligações transcendentais com os povos comerciantes.
Um dia o preto velho vendo o quadro espiritual de uma ninfa falou desta energia enigmática e orientando a ter seu negócio próprio. Eu vi as ligações temporais entre esta vida e as anteriores. O princípio da necessidade de expandir ou deixar aflorar. Nós somos o passado no presente futuro espiritual.
Eu tive que sair da loja com algo e saí com um brinde.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
17.07.2019

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