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Salve Deus!

Conquistar um título em papel é muito fácil, mas ter esta nobreza espiritual é um trabalho árduo de muita preparação.

As vozes ecoam pelo sistema astral. Todos os pensamentos tem uma direção, tudo que se pensa se firma através da inconsciência mediúnica. O vento sopra sua despedida e os homens desta terra logo estão embarcando para uma nova aventura.

O sistema mediúnico tem uma complexidade enorme que se retrai ou se expande, tudo em prol de uma revitalização do sol interior. Existe muito converse, como diz Preto Velho, e nada está registrado no mundo livre das amarras. As maravilhas dos cenários que se contrapõe a nossa dimensão causando uma espécie de arritmia espiritual, onde os choques de energia magnética criam desencontros entre a matéria e o espírito.

Cada cabeça é uma sentença e por ela os joguetes das ilusões são pela nossa intuição propagadas em direção ao firmamento, cada qual cria sua plataforma, cada qual cria o seu mundo. A linha que separa as duas camadas tem uma curvatura lógica estabelecendo o contato entre as dimensões. O nosso sol interior registra pela faculdade as diversas forças em movimento. Nós nos tornamos objetos de interação vertical pela consistência anímica do físico.

Dizer que é, ou o que formou no seu canto é muito elegante, mas eu gostaria de ver na realidade a sua verdade. Seu coração deve manter a mesma reciprocidade do mental, não adianta ele bater descompassado, porque sempre serão divergentes em suas opiniões. Quando a porta se abre ela não lhe ensina o caminho, ela somente abre.

A linha vertical balança no horizonte estabelecendo novos padrões dentro de uma filosofia de aprendizado. Dentro de uma capacidade de entendimento, na linha frontal, entre os olhos e as sobrancelhas, existe esta linha que divide ou separa as duas formas de vida. Os chacras são diretrizes que estabelecem a cultura dos corpos estacionados. Dois corpos distintos em diferentes ações.

Como desta noite, a horizontalização da linha mestra envergou na vertical e afrouxou os parâmetros da abertura tridimensional dando espaço as energias formarem seus aledas. Os espíritos vendo esta emissão de ondas cerebrais magnetizadas foram chegando para estabelecer contato entre o céu e a terra. Céu que falo são as diversas faixas que se sustentam no invisível plano das divindades.

Assim, a noite que se torna dia, os espetáculos de formas se apresentam em suas nomenclaturas, uns mais brilhantes, outros mais opacos, mas o interessante que eles procuram a porta que os integre as suas origens. Uns com a terra e outros com o céu. Um espetáculo dantesco de formas vivas reagindo ao seu padrão vibratório.

Muitos espíritos chegaram e tão logo aquela massa se verticalizou na mente. Enquanto somos ou estamos humanos nós estamos diante de nossa inverdade. Os humanos procuram suas conquistas para embelezar sua estrada esquecendo que as luzes que clareiam seu caminho são suas juras transcendentais.

O pedestal da multiplicação dos poderes refazem nosso sacerdócio pela contagem da estrelas. Mas não é sair olhando pela noite e contando as estrelas no firmamento. Esta contagem é algo significante que se alinha ao interoceptivo, comunhão dos valores entre os mundos de Deus.

A ciência avança os limites da precaução que se alia a cura dos corpos físicos pela consistência animal. Já, Deus na sua infinita capacidade de amar, deu a cada um o seu livre arbítrio. Enquanto buscamos o homem encarnado, esquecemos dele desencarnado. Muitos me procuram para saber sobre suas vidas amorosas que sem o companheiro morrem pela solidão. As almas se reencontram com suas necessidades quando estão consencientes de seus destinos. São valores que se agregam na alma de cada um.

Os espíritos que me procuraram esta noite tinham em seus pedidos as suas necessidades. Cura, realização, compaixão, dor, alegria e tristeza. Um espirito muito antigo, desencarnado, veio mostrar a sua dor superficial espiritual. Ele desencarnou com dor nos ossos do físico e até hoje ele sente as mesmas dores. Mostrando seu quadril, onde havia sido operado na terra, ele pedia que eu colocasse a mão para curá-lo. Ao passar a mão a energia se impregnou e pela consciência extrafísica ele melhorou. Não é uma causa especifica, porque a dor está na consciência e não no emocional. Quando se repara uma dor da consciência ela deixa de existir.

Assim são com os sofredores atendidos no templo, com o dialogo direto em suas consciências eles esquecem daquela dor. A retirada de suas opiniões com relação ao sofrimento estabelece novos rumos de diálogos. Para um espírito que está com dor é um alivio quando ele esquece aquele sacrifício. O reviver, o renascer, a pureza do diálogo entre a terra e o céu.

Nós temos muito respeito por todos os mestres e missionários. Cada qual faz a sua parte, bem ou mal, mas faz. Então, não diga que sabe tudo, que está afinado com sua convicção, porque nem daqui a dez mil anos saberemos toda a nossa verdade. Assim como as energias mudam sua projeção, sua frequência, tudo se altera, hoje é assim, mas amanhã não.

Ao acordar você lembra do que fez?

Salve Deus!

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

22.09.2018

 

 

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