CÉU, TERRA E MAR… 

Salve Deus!

 

Pouco se conhece ainda as profundezas dos oceanos. Mas tem muito ainda a vir à tona, basta olhar com cautela e se aprofundar neste mundo rico em detalhes.

 

Nós nos voltamos para o céu e para a terra, mas esquecemos a grande dimensão que são os mares e oceanos que cobrem este globo terrestre. Tudo ainda é muito relativo nesta questão, pois poucos recursos estão voltados ao descobrimento das maravilhas submersas no alvo das águas cristalinas.

 

Eu escutei um som esta madrugada. Era como se fosse uma batida abafada de ferro no ferro. Uma batida seca quase imperceptível aos ouvidos e radares que não estão voltados para as reações dos pedidos de socorro. Esta batida vinha em uma sequência como se fosse um código, um SOS, algo no fundo fazendo este som para despertar nossos ouvidos ou os radares marinhos.

 

Se tivesse um jeito de haver um radar em algum satélite que escutasse e visse o fundo dos mares e oceanos, poderia descobrir muita coisa mantida em segredo. Até porque a ciência se voltou para o céu, para o espaço e para os continentes, esquecendo que estamos diante de uma descoberta sensacional. Se aprofundando nestas águas pela força de Iemanjá, em águas profundas cristalinas chegamos ao ponto de ver luzes se movendo de um lado para outro. Pensei, não seria o movimento das marés que fazem balançar estas luzes, mas não, estava tudo parado e elas saiam de um lugar para outro. Eram como cristais que resplandeciam as réstias, o brilho de uma natureza esquecida em meio a solidão.

 

Os mares são tão escuros quanto ao espaço e a terra sem luz. A terra ainda tem a luz artificial, mas o espaço só conta com o reflexo do sol, e os mares nada tem senão o seu próprio brilho.

 

Mas esta batida sequencial me chamou a atenção. O que seria, de onde estava vindo este som abafado e o porquê. Quando o espírito se aprofunda no silêncio de sua mente ele desperta seu subconsciente para novas experiências. Quem pode trazer novos conhecimento estando aprisionado a sua faixa encarnatória. Somente os que estão livres é que podem reformular sua trajetória, digo, estar usufruindo de sua mediunidade para chegar ao outro mundo sem medo da verdade.

 

Na terra os homens se prenderam de novo, principalmente neste nosso amanhecer, onde o homem espiritualizado fechou seu coração e jogou fora a chave. Ele se materializou de novo, só escuta o que lê e não fala a sua própria linguagem. Para mim isso não se chama evolução, mas uma regressão temporal perigosa que tornará ainda mais difícil se chegar a compreensão dos fatos. Se nós éramos conhecidos como cientistas espirituais, agora estamos nos tornando retardados espiritualmente pela própria ciência que está avançando seus limites.

 

Quem aqui no amanhecer está trazendo relatos de novas experiências?

Quem está usufruindo de sua mediunidade para liberar o conhecimento?

Quem está atravessando as portas estreitas para nas colônias formar seu mundo?

 

O que mais me chama a atenção é a involução de muitos que se prenderam pelo compromisso carnal, material e kármico. Estão se destruindo aos poucos alimentando seus desejos de poder, de se tornarem imortais. Veremos então no decorrer desta trajetória que os imortais de hoje vivem até o dia do seu juramento. Os imortais de Amon-Rá, sim, era uma época diferente, tudo era sincronizado com o universo. Mas também morreram fisicamente, e o que restou foi uma rica história contada pela ciência que está desvendando seus enigmas.

 

Eu, um simples doutrinador, me apego aos pequenos detalhes vibracionais. Como Francisco de Assis que escutava a voz de Deus e fazendo do seu sacerdócio a luz, promoveu a riqueza que Jesus nos abençoou. Não que todos tenham este merecimento, mas que todos ao menos escutassem a voz do sol interior. Pela telepatia meus irmãos, escutem a voz do eu interior pela telepatia mental.

 

Não sei como ainda não desenvolveram esta técnica. Acho que se enraizaram muito nos problemas materiais e fecharam seus ouvidos e sensibilidade para Deus. Cadê o cientista deste amanhecer. Cadê o homem luz deste universo. Não existe escola que lhe mostre a direção ou que abra seu coração a não ser você mesmo. A doutrina é como um instrumento de preparação, mas ela não pode lhe transformar sem que haja conscientização. Consciência astral e não material.

 

O homem continua se destruindo. O homem continua abraçando seus bens e desfavorecendo os que se jogam na abertura tridimensional em busca de amor e respeito. O que vai restar desta caminhada ao final do grande túnel. A reclassificação dos perdidos na terra e dos que se reencontraram nos planos divinos.

 

O som ainda continuava com a batida do ferro. Quem estaria chamando. Quem estaria preso ao fundo dos mares e oceanos. Quem vai socorrer seja físico o espírito. A quem vamos nós pedir para que tenhamos nossa fé inabalada.

 

Quem vai trazer as novas descobertas sem abrir sua mediunidade.

 

Salve Deus!

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

19.09.2018

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