TIBET…

Salve Deus!

 

Estou formando uma nova ponte que se liga através da força de uma grande missão.

 

Em visita ao Tibet, onde temos fortes remanescência, dois monges, ainda bem jovens, mas com disciplina a altura de suas responsabilidades nos atenderam. Ao abrir esta nova oportunidade que corresponde ao sacerdócio, firmei minha presença lá neste mosteiro. Era dia de festa, estavam comemorando um dia especial, a abertura dos portais que alimentam a conquista de formar novos missionários.

 

Como eu não fui sozinho, sim, levei comigo um espírito que está encarnado aqui na terra, um pessoa bem perto de mim, mas que aqui vive em seu mundo distanciado de sua preocupação com o passado. Neste passado ele era monge e vivia dentro de sua rígida disciplina, e hoje, ele quer esquecer sem saber a verdade do que viveu enclausurado. Ninguém quer viver fechado de suas alegrias, sim, todos querem compartilhar do mundo que vive, família, amigos, organizações, encontros e reencontros. Como ele viveu uma vida cerceado de sua família, pois fora entregue bem jovem aos monges, ele agora não quer saber de missão alguma.

 

O aprendizado da cultura tibetana nos favorece na grande organização que estamos vivendo na construção de novos parâmetros, desde o nascimento do Mestre Jesus até o momento atual as forças nos elevam dentro do nosso princípio de servir sem ser servido. Os ensinamentos estão aflorando dentro da individualidade e ao trocar nossa roupagem eles foram esquecidos dentro da cápsula.

 

Como era dia de festa, os dois jovens estavam se divertindo. Estavam comendo, era como se fosse uma cuia e dois palitos que rapidamente colocavam na boca o alimento. Parados no pátio e encostados no palácio de orações, sorriam da alegria dos demais. Enquanto isso eu e meu companheiro de viagem absorvia-mos desta energia, preparando a formação de um novo continente. Mestre Humahã deixou sua marca neste papiro quando formou a cultura de Tia Neiva. Uma grande escola iniciática, um fenômeno muito maior que simplesmente dizer: Eu sou mestre. Hoje, Humahã é um espírito de alta hierarquia, foi consagrado MInistro em sua missão, porque muito serviu como instrutor de nossa mãe clarividente, então, Seta Branca, o Simiromba de Deus, lhe concedeu este nobre título.

 

Uma coisa que me chama a razão, quando Seta Branca vem, ele não fica gritando aos céus que ele é o Grande Simiromba, ele na sua simplicidade não emite “grande”, porque ele sente-se pequenino grão de areia para estar em nossos corações, como ele mesmo disse. Como que um ser grande poderia estar em nossos pequenos corações.

 

O termo “grande” tem uma incógnita, seria na proporção de ser um grande mundo (Oráculo) em que todos estão pertencendo, então, ele mesmo se sentindo pequenino vem para nos abraçar, nos amar, nos sentir em nossas preces. O Pai é assim, luzes divinas do céu que não escolhe a quem vai acobertar. Ele simplesmente vem e faz a sua colheita, colhe os frutos que cada um plantou em seu coração.

 

Como eu tinha uma missão nesta viagem, não poderia perder tempo na formação desta ponte. Vou preparar este meu irmão tibetano que vive aqui na minha família, dando a ele a sua jornada. Mas vai depender dele mudar toda sua história desta encarnação para reassumir seu posto de instrutor. E ele ainda não é do amanhecer, mas a sua forte história o coloca aqui dentro desta escola. São heranças transcendentais, são conquistas deixadas penduradas na trave do destino.

 

Como ele teve uma dura missão de se afastar do seu mundo físico e se enclausurar no mosteiro, agora ele vê sua liberdade batendo na sua porta e não quer seguir nada que lhe prenda de novo. Sei que vai ser um passo difícil mudar sua personalidade, mas se houver um chamado de Seta Branca na individualidade ele vai escutar. Quando Deus fala dentro de nós as coisas mudam. Não podemos mudar interferindo nas pessoas só porque queremos mudá-las, elas que tem que sentir que devem mudar seus caminhos. Se assim for nunca teremos a evolução do sistema, todos serão como prisioneiros de suas armaduras.

 

Ao sentir os efeitos da transição planetária haverá muita confusão de entendimento. Aí pode ser tarde para muitos e pode ser o princípio renovador de poucos. Seta Branca é a Lei de Deus e nós somos cada capítulo destas entrelinhas.

 

A ponte foi novamente formada. Vamos avançar nos limites de nossa missão para chegar ao confessionário sem medo de ser feliz. Que todos sintam o resplandecer da aurora que se forma em cima de cada cabeça atingindo o coração em seu sacerdócio.

 

Salve Deus!

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

04.08.2018

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