VIAJANTES DO ESPAÇO…

Salve Deus!

 

Onde nós estamos!

 

Por deveras o nosso conhecimento se restringe ao que os nossos olhos veem. Além disso, não podemos imaginar as dimensões que se entrelaçam formando o terceiro milênio, quando, novamente, Jesus se prepara para voltar.

 

Sei que muitos desacreditam nas palavras do Divino Mestre, mas mesmo assim eles se levantam com autoridade suficiente para desgovernar o planeta de sua habitação. Como dos nossos irmãos viajantes do espaço interior. Não digo exterior, porque eles estão no caminho do céu espiritual, um grande portal que se liga através do tempo com outras dimensões.

 

Este portal interdimensional se formou com a chegada do Mestre que com muita precisão interligou todas as dimensões como se fossem únicas. Então, quando viajamos para fora do nosso habitat, nós estamos dentro desta condição. Não precisamos pegar uma nave, um foguete, um avião, para ir buscar o nosso destino, basta fechar nossos olhos e imaginar onde desejamos estar.

 

Quando eu recebi este casal de viajantes, vejam bem, eles vieram pelo portal, alguns mestres receberam este presente para serem responsáveis pela manutenção dele, para poderem estar aqui onde emitimos nossos pensamentos. A faculdade mediúnica de nossas mentes tem a capacidade de enviar milhões de comandos para fora do sistema terrestre. Foi em um destes comandos que eles receberam a minha onda vibratória e por ela se ligaram chegando até aqui na nossa região física.

 

Os dois são viajantes do nosso espaço espiritual, como Tiãozinho e Justininha, mas eles têm o endereço dos templos em função de suas missões. Estes dois não, sendo a primeira vez que se ligaram na faixa emitida mentalmente. São dois curiosos, como posso descrever e que recebendo uma projeção queriam descobrir o motivo. Eles chegaram com suas roupagens brilhantes, bonitas, elegantes. Não havia superioridade, havia interesse no motivo. Uma causa a ser definida entre tudo que já perceberam.

 

Nós, quando viajamos dentro do nosso espaço interior, não precisamos de naves para ir e vir. Agora quando avançamos para o espaço exterior da nossa mente, aí sim, temos que ter amparo das grandes máquinas que nos asseguram a vida. Por deveras Tiãozinho me ofereceu sua nave, a mesma que me trouxe aqui para conhecer onde seria construído o templo em Campo Largo.

 

Nosso templo em Curitiba havia ficado sem espaço e eu busquei muitos lugares para mudar. Não encontrava, e em uma noite, ele chegou e me levou para dentro da chalana. Viemos buscar onde construiríamos a sede do templo do sul. Eu vim conversando e nem me liguei no destino. Somente quando chegamos ao lugar, desembarcamos e Tiãozinho me mostrou o local, dizendo detalhadamente como era a área. Ele mostrou tudo, desde água, nascente, mata, direção, ligação das águas.

_ mas e o dono do terreno!

_ está tudo certo! Ele vai concordar com tudo porque está escrito no juramento dele!

 

Ao voltar eu fui observando a região. De dentro eu via para onde viemos, a estrada que se ligava com este município. Marquei no Matupi, acho que o nome seria este, não recordo bem, e quando cheguei, pelas 5 da madrugada em casa, eu levantei apressadamente e convidei minha esposa para irmos conhecer o endereço. Pegamos o carro e viemos na direção registrada. Chegamos e demos de cara exatamente como era e como eu tinha visto. Fui para dentro do terreno e já observando como Tiãozinho dissera: fontes de água, matas, interligação das águas. Enfim, estava tudo certinho.

 

Procuramos o responsável pela prefeitura e tão logo fomos autorizados a construir o templo. Nesta ocasião muitas alegrias, porque o jaguar que tem fé ele ergue um castelo com somente um tijolo. Assim fomos construindo e em três meses o templo estava levantado e já atendendo. Neste intermédio, quando o sol estava muito quente, sentávamos a beira da nascente cristalina e tão logo os mentores desciam para nos instruir. Tiãozinho dizia como seria a estrutura do templo, Tia Neiva vinha e incorporava na ninfa para nos motivar mais. E assim os mentores se revezavam para nos dar força e coragem.

 

Eu me sentia maravilhosamente agradecido por tudo, porque temos uma força espartana dentro de nós que não nos deixa fracassar. Coragem, liberdade e caridade.

 

Foi assim que contei para este casal de viajantes. Eles ouviram a minha história e ficaram tão realizados que pareciam estar em casa. Eu desconfiei que Tiãozinho estivesse por trás preparando a vinda deste povo para cá, mas ele não veio. Acho que queria fazer uma surpresa deixando eles à vontade e se descobrindo.

 

Terminou a apresentação, mas não foram e eles estão por aqui à espera da nossa abertura.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

14.04.2018

 

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