CAMINHOS DIFERENTES…

Salve Deus!

 

Lembre-se que nenhum caminho é igual ao outro.

 

Com a abertura da mediunidade, de 1980 a 1984, Koatay 108 fez em sua vinda, todas às quintas-feiras, a abertura de nossa mediunidade. Foi um curso muito importante porque no destino desta concentração nos foi possível resgatar a memoria do espirito, a luz nos olhos e a responsabilidade com a nossa própria vida.

 

Com a minha entrega ao comando da clarividente pelo meu mentor eu tive uma oportunidade de reaver o que eu havia perdido. Os valores da mediunidade. Coisa que cada ser humano tem o que eu chamo de Dom, algo que não se confunde com nada desta terra. O principio de todos os espíritos é a sua evolução. Ninguém desta terra tem o mesmo caminho a não ser quando está em uma diretriz missionária. Cada qual tem sua programação estabelecida por seu juramento.

 

Neste curso de quatro anos muita coisa foi estabelecida. Koatay 108 vinha no silencio da nossa incorporação e com maestria de uma líder ensinava a magia original. Eu recebi diretamente deste espirito iniciático incorporado em minha ninfa, qual também recebeu este rico conhecimento de uma doutrina maravilhosa. Foi estabelecido aqui nesta região sul, o primeiro templo, qual ainda é uma porta relevante para os espíritos de alta hierarquia. Eu digo que aqui é um Oráculo prestativo diretamente ligado ao céu.

 

Ao termino deste curso eu fui buscar a originalidade do acervo e em 1985, julho, eu entreguei a famosa maquete dos deuses. Foi um presente para ela que me ensinou a caminhar por entre as feras do destino karmico. Mas, não deu tempo, ela desencarnaria a seguir no dia 15 de novembro de 1985.

 

Quando se estabelece uma cultura como foi deste curso as portas se abriram e não mais se fecharam. Posso ir e vir, eu posso fazer e desfazer, claro que sempre obedecendo às leis e autoridade de Seta Branca, que diretamente está aqui nesta casa.

_ Se você chamar o Pai vem! Tia Neiva.

Claro que não se chama em vão uma autoridade, mas agora na reformulação do nosso coração ele está presente, aliás, nem precisa de convite, ele está aqui com seus pés neste solo sagrado. Foi isso que Koatay 108 fez para nós, abriu as portas das fronteiras do além-espaço espiritual. Todas as noites, ou dias que eu encosto minha cabeça o meu espirito sai e vai para sua missão. Ele jurou aos olhos da verdade cumprir seu sacerdócio aqui na terra e no plano espiritual.

 

Esta noite eu fui para uma viagem, mas não cheguei ao meu destino. É uma cidade aqui perto, Lapa, Paraná, onde foi o desfecho de uma guerra, a guerra dos farrapos. Anos atrás eu recebi a presenta do General Carneiro, um homem alto e forte de farda com sua espada embainhada. Ele chegou e me disse que iria trazer todos os soldados mortos na batalha para receber uma nova vida nesta casa. Neste encontro foram tomadas providencias pela espiritualidade para que eles recebessem a salvação, como dizia o General, para que voltassem para seus mundos sem dor e sem ódio.

 

Eu viajei, mas fui interrompido na metade do caminho, minha esposa estava me chamando. Eu escutava sua voz bem longe e apressadamente retornei para saber do que se tratava. Dali para diante não consegui mais ir, pois o espirito perdeu a sua diretriz do comando da missão.

 

Esta cidade é presa por uma vibração muito diferente, pesada, pois os espíritos ainda estão agonizantes a espera da salvação. O General não veio mais, eles estão largados, sozinhos e sem um líder para lhes indicar o caminho. Eles só obedecem às ordens do comando, ainda são soldados, ainda estão na mesma roupagem. Vejam o que uma guerra faz com os espíritos que deram suas vidas para que, Somente para dividir e não dividir o sul do Brasil.

 

De ambos os lados eram patriotas que foram iludidos por uma ação separatista. Em uma gruta desta cidade tem um mistério em que as pessoas largam muletas, bengalas e outros objetos. Um Monge José Maria D’Agostini morou por muitos anos neste lugar e deixou um legado de cura para as pessoas que o procuravam com fé. Sagrado, sim, um lugar místico. Até hoje ainda acontecem os fenômenos paranormais.

 

Lapa é uma cidade história cheia de vultos percorrendo o mesmo ambiente material. A cidade tem muita dificuldade em expandir, porque a concentração de espíritos bloqueia o desenvolvimento social. Com a presenta das chalanas neste circulo esotérico temos muito trabalho para reorganizar a pedido do comandante General a redistribuição da libertação. Aos poucos alguns deles são trazidos para o templo e ali são tratados como heróis, sim, mesmo os perdedores são considerados para que não haja mais revolta.

 

Quando um espirito chega aqui sem um braço, sem uma perna, sem a sua vida física ele deve ser bem tratado, tratado como irmão, para que ele não se revolte ainda mais com sua morte. A doutrina não é imediata, não é no primeiro contato que se consegue uma mudança espiritual, o trabalho é longo e muitas vezes cansativo, mas realizador.

 

Muitos espíritos são aliciados pelo lado contrário que não é de Jesus, ai, meus mestres, eles se tornam soldados da morte e vão se aliando a outras forças negras. O combate a este tipo de interferência custa muitas energias, muitos bônus, mas os médiuns têm suas providencias junto ao Pai Seta Branca. Isso que eu chamo de trabalho missionário, é você estar dentro de um caldeirão sabendo entrar e sair. Ninguém lhe fará mal, pois eles sabem que você é a única alternativa deles voltarem para Deus. Somente as falanges contrárias que não querem que isso aconteça.

 

Deus é bom, Jesus o nosso caminho e Seta Branca nossa diretriz.

 

Vamos ver se vamos fisicamente visitar esta cidade. São uns 70 km daqui. Mas vamos preparados para um bom combate, a luz para estes olhos vivendo na escuridão. Não convido ninguém, porque nem eu sei como seremos recebidos.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

29.03.2018

 

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