A GUERRA DOS MUNDOS…

Salve Deus!

 

Ontem, por voltas das 22 horas, Seta Branca surgiu no etéreo plano divino. Eu me preocupei, fiquei olhando pela janela do firmamento, mas ele estava sério e ao mesmo tempo carinhoso. Perguntei em minha individualidade do que se tratava, mas suavemente ele foi induzindo o seu amor incondicional.

 

Pai seta Branca não força uma presença, ele simplesmente projeta no espaço temporal de nossa mente sua imagem e ali descrevemos como entendemos a sua mensagem. O nosso tempo se difere do dele em termos de consciência, sim, somos vulneráveis aos caprichos desta natureza, enquanto eles são a eternidade.

 

Ao induzirmos o sono cultural do principio de nossa existência, chegamos ao ápice de muitas revelações, como desta passagem, do povo Chitaia. Fui deslocado para um velho aeroporto onde no submundo havia uma guerra, os espíritos estavam em confronto e querendo se matar uns aos outros. Eu era um alemão, alto, forte, e os demais eram como nuvens a vaguear. Neste lapso de tempo percorrido pela memoria astral e o nosso destino karmico, entramos pela porta do esquecimento, mas tudo fica guardado na esperança de um dia ser resolvido.

 

Eu recebi uma dor no físico insuportável no aspecto humano. De médico em médico na terra não descobriam esta enfermidade que me deixou angustiante e sem saber, pois nem aos mais fortes remédios não aliviavam a dor. Pensei que iria morrer, pois em exames laboratoriais, ecografias, especialistas nada eles encontravam. Senti na carne a dor de uma passagem, de uma cobrança. Assim nossa mediunidade nos prova que a verdade se esconde atrás do travesseiro.

 

Ao me deslocar no espaço de minha aspiração cheguei aonde nem imaginava. Havia neste aeroporto uma passagem que se ligava ao submundo. Foi por ali que eu entrei e vi a guerra acontecendo. Espíritos sem luz e sem amor lançavam uma energia negra tentando atingir aos outros em suas barricadas. Foi como se eu estivesse vivendo o auge deste confronto. Ao sair pela abertura um espirito estava me esperando. Ele parecia ser alemão também e queria que eu o seguisse, porque achava que eu era culpado dele estar ali, preso a este nível. Eu disse que iria seguir e ao e ele entrar por uma escada fechei a porta e ele gritava para seu assecla que impedisse de eu ir embora. O homem veio e me segurou pelo braço, era muito forte, mas consegui me desvencilhar dele o chamando de Chitaia. Ele arregalou os olhos e me soltou, foi ai que eu voltei para dentro do aeroporto.

 

As nossas dores não são nossas dores, muitas delas são compromissos deixados em segundo plano que se volta contra nós. Como no caso desta dor que surgiu assim do nada e por mais de 15 dias contagiou meu físico deixando a preocupação e a insegurança.

 

A chegada de Pai Seta Branca me despertou os enigmas da vida, da terra e do céu se perpetuando nas encarnações. Somos chaves, nós somos chaves do nosso destino e somente quem as tem somos nós mesmos. Ninguém percorre um caminho sem estar ligado ao seu mundo ancestral.

 

Foi por isso que fui despertado em minha ignorância mediúnica, abriram os portais, me interligaram ao meu eu, fizeram de mim um instrumento, formaram no sol interior a base do amor. Revejo agora que fomos e ainda somos um caminho pelo qual traçamos o futuro paralelamente com o presente alterando o passado. Cada um tem a sua chave e por ela descobrirá a sua participação nesta centelha cristica.

 

Não poderia me esquecer de Jesus, o divisor dos planos, criador das faixas e camadas, formador das opiniões e dos mundos. Deus criou o planeta e Jesus criou o etéreo plano divino. Ninguém fez o que ele fez, mas todos se esquecem de que vivem dentro dele.

 

Os espíritos revoltosos pregam contra Jesus, mas dependem dele para sobreviverem. É o mesmo que um filho nascer sem o pai e a mãe. Ele nasce da união, mas depois cria asas e voa pelas noites na busca do seu porto feliz. O mesmo é com este sistema cristico, todos os espíritos vivem dentro dele tentando quebrar as barreiras que os prendem. As forças se contrapõem para não os deixar sair, e se caso conseguissem iriam tornar este plano físico um caos total. Não haveria uma viva alma a ser deixada intacta. O que vemos nas guerras são atuações indiretas dos planos inferiores na mente do homem irradiado pelo ódio. Agora se caso rompesse esta barreira, aí sim, veríamos o inferno queimando a terra.

 

Temos que ser fortes espiritualmente e com coragem de enfrentar estas noites frias sem luar. Temos que ter nosso cobertor pertinho das nossas mãos para aguentar os ventos frios que assolariam a noite da terra e durante o dia o calor insuportável faria secar o solo se rachando.

 

Nossa meta é preparar a humanidade em sua estrutura para receber o terceiro milênio com muita luz e amor. Não será fácil transpor estes obstáculos, mas com ajuda dos Santos e Anjos espíritos daremos vivas ao eldorado que se prenuncia no firmamento. Jamais duvidar de Deus, de Jesus, jamais.

 

Como me disse Pai João de Aruanda:

“Meu filho! Salve Deus! O terceiro milênio não será fácil! Será de muitas lutas, de muitas dores e muitas epidemias! Conserve a tua liberdade respeitando as demais ao seu lado! Com coragem e força conseguirá atravessar os vales das incompreensões!”

 

Assim eu sigo respeitando as ordens divinas.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

08.03.2018

 

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