MEU REINO…

Salve Deus!

 

“Meu Reino não é deste mundo”.

 

Existem vários reinos fora deste contexto especifico humano que conhecemos. O da terra é o mais castigado pelas variações temperamentais dos seres encarnados, porque nele variam as condições sociais, as variações temperamentais, que contrapõe o exercício da felicidade e da infelicidade.

 

Eu fui visitar um reino fora desta programação animal, um reino espiritual, regido é claro pelo amor incondicional. Aí eu percebi as palavras de Jesus quando disse que seu reino não era deste mundo. Neste mundo não havia sofrimento, tudo era bom de mais para ser verdade, algo que não estamos acostumados. O que mais me chamou a atenção que ali não havia discordância, todos viviam na mais perfeita harmonia.

 

Seria um reino celestial? Seria um reino dos Anjos e Santos Espíritos?

Mas o que importava naquele instante era o conhecimento de tudo que era bom mudasse um pouco mais a minha arquitetura humana. O sol resfriava por uma película opaca aquele mundo. Não havia sentimentos negativos, tudo era paz, uma paz de dar inveja. Os casais enamorados andavam segurando pelas suas mãos, dando sorrisos que se dispersavam pela simplicidade. Uma coisa me chamou a atenção, não havia crianças, havia somente seres com uma idade aproximada de uns vinte ou pouco mais de anos.

 

Ali não existiam doenças, não existia lei, aliás, a maior lei que existia ali era do amor, do amor incondicional. O respeito a tudo e a todos de alguma forma tornava imprescindível este habitat espiritual. Eu fiquei atrás da janela, como eu vi, porque eu não podia entrar neste mundo estando contaminado pela dor, pela necessidade humana. Minha energia iria contaminar este reino encantado.

 

Mas de onde eu estava eu tinha ampla visão do cenário que se mantinha oculto. Estes espíritos são puros, são de uma linhagem celestial. Comparei as palavras de Jesus quando disse do seu reino, sim, ali era o verdadeiro amor de um caminho diferente. Quando Jesus desceu para a terra ele veio imbuído deste amor, ele trouxe em seu coração a obra do seu Pai. Tentou pregar este raciocínio entre os humanos daquela época, mas acabou se entregando ao desconforto de pagar muito caro pela palavra amor.

 

A semente foi plantada, ela germinou, mas ainda está sufocada pela dor que a prende de ser feliz. Como seria hoje se a terra tivesse entendido a sublime mensagem de um viajante do espaço. Um ser que habitou este espaço físico e dividiu seu conhecimento com muitos adeptos que não conseguiram sustentar esta bandeira.

 

Eu fiz uma comparação da nossa missão de hoje neste amanhecer. Comecei por Pai Seta Branca vendo seu raciocínio logico da palavra amor incondicional. Ele veio na mesma condição de Jesus, veio preparar a humanidade para o terceiro milênio, para a nova era, para que todos que ouvissem sua pregação aceitassem se transformar em luz e não mais ficar perambulando pelas trevas. Seta Branca abriu o livro dos condenados e começou a programar a mudança no método de sentenças. Sem amor não há justiça e sem razão não há libertação.

 

O simbolismo universal que foi programado a todo aquele que beber do cálice da vida eterna é mudar seu eu interior, é aceitar as verdades de um mundo diferente ao que se conhece, sim, a velha estrada. Eu fiz milhares de comparações, sabe, é como um computador fazendo cruzamento de dados a milhares de anos luz. Não cheguei a uma conclusão plausível, porque tudo se resumia ao amor.

 

Os terráqueos ainda verão o sol sumir de suas vistas e as trevas surgirem no horizonte. Aquele que não tiver a centelha cristica do amor será consumido pela sua própria insatisfação. O elo imaginário da constelação descendo do infinito para chamar nas rédeas do destino todos que se perderam em suas lamentações.

 

Foi aí que eu entendi o motivo do Mestre dos Mestres ter vindo para este planeta. A nova era, a consolidação dos três reinos entrando para o quinto ciclo. Quem não tiver pelo menos uma centelha do amor incondicional será reconduzido para planos inferiores até que chegue o dia de sua reprogramação. Ainda se vive muito materializado pela necessidade de ter, de poder, de se mostrar.

 

As aparências sofredoras dos encarnados. Um semblante oprimido, angustiante, e desmoralizado. Serão tantas dores físicas da saudade que pedirão para ir embora. Mas antes de tudo acabar ou mudar os seres encarnados verão o céu e a terra numa espécie de luto e temor, raios e trovões descerão sobre as almas aflitas.

 

Por isso devemos conquistar este amor incondicional do respeito, da fé e da vida. Aquele que não amar seu inimigo será considerado inimigo de Jesus. Foi assim desde aquele tempo a mais de dois mil anos, quando Jesus deixou escrito nas areias de cada coração as suas palavras. Amar para ser amado e perdoar para ser perdoado.

 

No amanhecer de Seta Branca, nesta escola iniciática da nova era as coisas deveriam ter tomado outro rumo. Os homens e mulheres desta tribo preferiram as leis físicas da morte às leis espirituais da vida. Estão engajados na morte do semelhante, na vibração do sentimento ruim, na própria escolha de sua imagem. Vemos hoje mestres se matando por um poder fictício, um poder paralelo, um poder fantasiado em medalhas. O maior poder está onde ninguém pode tocar e nenhuma alma viva pode encontrar. Se alguém encontrar este caminho será crucificado como Jesus foi. Por isso o amor foi separado de nós, tirado deste sistema encarnatório e relocado para os mundos divinos. Lá ele não fará muito mal para a terra que não se preparou para receber.

 

O maior poder, meus irmãos, é o amor, o amor incondicional. É o que Seta Branca tem pregado em suas bênçãos por este planeta.

 

A Benção meu Pai!

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

06.03.2018

 

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