LIBERTAÇÃO…

Salve Deus!

 

Os grandes iniciados e suas maravilhosas presenças nos instruem a uma obra realista.

 

O caminho do homem encarnado é cheio de senões, de ais e porquês. A maior dificuldade é no relacionamento interpessoal, coisa que se alimenta pelas ondas vibracionais que se dispersam no éter.

 

Esta noite, vejam como ocorrem os fenômenos longe dos olhos físicos, a manipulação do fogo na mirra, um trabalho de muita precisão, sim, pois nós estávamos precisando desta verdade para nos libertar, nos conduzir elegantemente pelos corredores da vida iniciática.

 

Quem produz estes acontecimentos é o nosso Pai Seta Branca com seus ministros e cavaleiros especiais. O maior desejo de nossa vida é prosperar na vida material e espiritual, mas a divergência animal sempre se interpõe nesta escalada de acontecimentos. Os nossos compromissos são com a nossa escola, a escola do caminho, porque muitas vezes olhamos nossos vizinhos e esquecemo-nos de quem somos nós e o que juramos.

 

Ao subir o ritual estava formado. Os Aganaros em honra e guarda formou este trabalho de libertação. Minha filha aganara estava nesta corte ajudando a transposição dos prisioneiros, porque somos eternos prisioneiros deste caminho. Com precisão dos grandes Avatanos o ritual começou com a presença da corte dos Enoques, pela grande necessidade de fazer algo em beneficio de nossa missão.

 

Muitos não entendem a liberdade que temos neste planeta e mesmo assim se lançam contra os demais com ordens de impedir o crescimento espiritual. Mestres se tornando pedras no caminho de outros mestres. Mas com as novas decisões do Mentor Espiritual desta ordem isso tudo vai mudar, os degraus dos aledas irão tremer para todos e quem estiver puro não será contaminado.

 

Legiões de espíritos se manifestando na mesma ordem, legiões de espíritos se comunicando com a terra, mas o homem em sua autoridade tosca se sente acima dos direitos karmicos que cada um carrega. Este ritual foi justamente nesta ordem, libertar caminhos, tirar da encruzilhada do destino às pedras lançadas pela imperfeição humana.

 

Ao sentar-me no aledá desta ordem espiritual, eu vi que muitos não foram libertados, pois ainda não tinham merecimento para chegar ao supremo astral superior, porque a terra sob vossos pés ainda corrompia seus pensamentos. São escravos dos favores e das necessidades.

 

A Cigana Aganara chegou e sutilmente pegou em minha mão e me conduziu ao barramento universal, todos sabem o que seja o barramento universal, porque já são mestres esclarecidos da verdade. Quando estas barras desindividualizaram o espirito na sua essência elas se inverteram fazendo verticalmente a cultura do eu na matéria.

 

Estávamos com nossos caminhos travados, sem amor e sem continuidade, porque somos diferentes na condução de nossa missão. Aqui o que rege é o respeito pelas leis deste amanhecer, não fugimos de sua meta, mas ampliamos os sinais do céu. Muitos querem derrubar este sistema cristico com duras juras difamatórias, erguendo barreiras tristes que separam o agrupamento.

 

A melhor visão do caminho é de cima para baixo, é antecipar as rebeliões dos condenados. Como disse Jesus: Que os mortos enterrem seus mortos. Com esta libertação, como me pediu Pai João de Enoque, um trabalho de prisão, para enriquecer meu aledá com as centelhas cósmicas divinas. A impossibilidade física nos atrasa na confecção de um ritual desta magnitude, então lançamos mão dele no espaço extra cósmico.

 

As legiões então se prontificaram nesta libertação. Nós vamos no decorrer da nossa transição na terra acumulando os bônus dos trabalhos para depois no céu poder usa-los nesta transição. Reili e Dubali, cavaleiros verdes, cavaleiros especiais, com suas redes magnéticas trouxeram a verdade sobre a exposição do espirito transitando pelo sistema de cocheiros. Formou-se então um degrau de força decrescente, sim, porque esta hierarquia nos assiste no despertar desta formação, de Capela para a Terra. Os umbrais da vida fora da matéria, pois não temos somente um, mas dois que se interligam pela nossa condição sofredora. Temos um na terra e outro em Capela.

 

O mais difícil de atingir é o de Capela, pela sua dimensão, pois lá estão os mais perigosos espíritos aprisionados em suas cúpulas. O resgate deve se dar pela condição espiritual e não humana, em se tratando de espíritos milenares e não as vitimas de um caminho.

 

Por isso a formação deste ritual, onde o homem do terceiro milênio pode reparar um erro voltando as suas origens mais remotas. Todos querem entrar no Oráculo, mas nem todos tem a permissão para isso. O Oráculo é o caminho da verdade, da vida e da espiritualização.

 

Com a formação dos Aganaros na libertação, eu senti o amor dos nossos nagôs de luz e amor que na sua humildade brejeira eram luzes infinitas. Luzes, energias, amor. Foi neste sentido que eu vi as pedras sendo relocadas do coração, elas eram tiradas pela força magnética. Estas pedras eram nossos irmãos menos esclarecidos que julgavam os destinos sem remorso e sem perdão. Na terra tem muitos irmãos que estão se tornando menos esclarecidos, que gostam de julgar, que gostam de sentenciar. Não olham para trás, não enxergam para frente, só pensam na derrota do hoje as dores do seu amigo e irmão.

 

Mas como diz as escrituras sagradas: um tempo para o tempo. Somente o tempo irá confirmar a verdade absoluta, porque o erro pode ser a correção e a verdade da terra seja um blefe. Todos estão blefando com suas juras transcendentais, sim, pois quando o mundo que se liga pelas costas percebe que não mudou a sua ideologia karmica, eles cobram mais caro. O jaguar hoje julga, mas também paga pela dor provocada.

 

A quem pertence à evolução.

 

Será que somos deuses para escarniar o defunto. O homem da terra só tem um destino que ele mesmo cava. O seu comportamento cristico deveria ser uma elevação moral e não contingencial do momento que ele vive.

 

Se te pedirem para matar, você vai matar!

Se te pedirem cura, você cura!

Se te pedirem liberdade, você liberta!

Basta olhar na decisão de seus pensamentos e no posto de trabalho.

 

Eu peço sempre perdão pelo meu eu interior e exterior, perdoem, sou um pequeno irmão de todos vocês.

 

No final deste ritual eu recebi minha alforria, minha libertação das mãos de minha cigana aganara, que também recebeu seus bônus por esta participação. A corte entregou em todas as mãos os divinos bônus que cada um mereceu.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

05.03.2018

 

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