NOSSA REALIDADE – João Bosco Pereira – parte dois

 

Salve Deus!

 

Partimos, sim, partimos do principio de que tudo é bom, tudo é novidade, mas agora supomos estar dentro de uma nova era.

 

Angical, dia de libertações, dia de amor e respeito. Descendo para o templo um espírito estava de pé encostado na cruz do templo e quando ele me viu saiu correndo para a mata. Eu não vi quem era. Não deu tempo, ou ele se assustou de mim ou eu dele. Mas vamos aos trabalhos.

 

Foi que Pai seta Branca trouxe seu filho doutrinador para receber a sua missão, a sua libertação. Ele estava perdido e ao chegar aqui veio com sua bagagem assumiu um compromisso com os mentores de nos ajudar, assim quando era em vida, ele nos ajudava em trabalhos materiais e espirituais.

 

_ Eu sou João! Eu sou doutrinador deste amanhecer! Graças a Deus eu cheguei! Eu estava perdido, não sabia por onde andava e Pai Seta Branca foi me buscar! Ele me trouxe aqui nesta casa em que tudo começou, a minha missão, a minha vida! Estou muito feliz por estar de volta e agora para ajudar nosso Pai no que for preciso! Estou a serviço dele!

 

Assim conversando com a doutrinadora ele foi estabilizando seu coração, acalmando sua mente e depois de tudo, quando ele saiu do apara ele foi à frente ao quadro de Seta Branca e ficou lá, agradecendo por tudo. Eu ficava olhando para ele, estava feliz, estava vendo que um filho retornou a casa do seu pai. De vez em quando ele me olhava com um sorriso no rosto e uma felicidade de contagiar qualquer um.

 

Muitos espíritos aguardavam do lado de fora do templo, porque eles não receberam permissão de entrar, estavam em uma espécie de transe espiritual, meio dormindo pela energia que se propagou de dentro para fora. Os trabalhos foram de uma grande repercussão no astral dando a cada um o seu momento de paz e esperança.

 

O que mais e deixa convicto destas passagens que sempre os espíritos vêm à noite procurar respostas e depois nos trabalhos eles descem para ajustar suas presenças. Não há como mudar esta abertura no espaço do nosso tempo finito, porque o cosmo é infinito e nós somos uma pequena parcela deste anonimato.

 

Os anônimos mestres da missão. São tão importantes quando a sua vida neste planeta. São os que dão oxigênio para a continuação da liturgia missionária. Mesmo não vendo o desenrolar de suas atividades, eles dão em verdade o maior argumento para a continuação da espiritualização. São as conquistas, são as coincidências karmicas.

 

Seu João vai continuar trabalhando para nosso Pai e nós vamos ajudando ele na sua condição espiritual.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

16.01.2018

 

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