ABATA ESPECIAL

Salve Deus!

 

Quando registramos um trabalho especial é porque as forças se unificam em favor deste trabalho.

 

Os espíritos geralmente ficam na surdina, ficam se agrupando em torno da missão e isso vai acarretando um período negativo, negro, no ponto de vista espiritual. Quando os mentores pedem um trabalho especial, seja ele qual for, é porque há a necessidade de uma mexida no foco principal que é extinguir o agrupamento vingativo.

 

Vejam, vou colocar nossa missão como exemplo. Os espíritos, encarnados e desencarnados, estavam atuando por trás da nossa missão. Eles estavam causando um rompimento na continuidade do sacerdócio, demonstrando o seu desamor pela doutrina, porque para eles o fechamento de uma casa de Seta Branca se transforma em alegria e muita festa. Envolvem os encarnados nesta trama milenar, mas quando a espiritualidade vê que já saiu até da verdadeira obra eles pedem a abertura dos portais.

 

Os espíritos aqui estavam atuando demais, estavam denegrindo a imagem da missão, até nem mais respeitando nosso comandante maior, Seta Branca. Escondidos em seus plexos animais, encarnados, e desencarnados fomentando o padrão mental pela discórdia, eles estavam promovendo uma baixa neste exército. Estavam indo de casa em casa insinuando e demonstrando que nada aprenderam com a humildade, tolerância e o amor.

 

Quando fizemos o primeiro abata especial, as paredes que separavam um plano do outro caíram, e os espíritos aliciadores dos encarnados ficaram expostos. Foi um estrondo, uma correria sem fim, porque pegou todos desprevenidos. Pegou os encarnados e os desencarnados de calça curta. Houve uma explosão emocional, porque eles não conseguiram firmar seus intentos, pois a justiça divina tomou as rédeas de suas vidas. Nesta varredura pela triangulação divina os que estavam no anonimato foram colocados na vitrine.

 

Foi um rebu danado, foi algo que eles não esperavam, foram descobertos em suas tramoias articulando nos domínios dos vales negros da incompreensão. Cavaleiros e guias missionárias vieram de prontidão ao exato momento que o cavaleiro vermelho desceu. Hoje eu vejo quem realmente são jaguares e quem não é. Não adiante somente colocar o uniforme e bater no peito dizendo ser filho de Seta Branca. Tem que respeitar, amar, e compreender a verdadeira obra deixada por Tia Neiva.

 

Quando se tem um pouquinho de conhecimento a vida muda, sim, para quem realmente conhece a espiritualidade maior nunca baterá no seu peito dizendo ser dono da verdade. Tudo muda, tudo se transforma, tudo reage ao comando de uma força decrescente. Eu me vejo nesta roupagem de jaguar, mais de 40 anos de missão, e nem por isso eu saio batendo no peito machucando meus irmãos com grosserias e falta de educação.

 

O abata especial é a quebra das correntes que prendem nossos pés na terra negra. Nós temos a terra da luz e a terra sem luz, nós escolhemos em qual parte vamos viver. Eu prefiro a terra da luz, porque as noites escuras são um prato cheio para os lobos famintos pela destruição. A maldade é um prato cheio de espinhos. Aquele que experimenta uma vez nunca mais deixa de saborear.

 

O primeiro ato é tornar a obra uma referencia nos círculos esotéricos para depois implantar na terra que se prende pelo materialismo. As pessoas quando vem para a doutrina chegam carregados pela dor, e depois que aqui estão esquecem dela. Passam a viver pelo mau comportamento, pela vulgaridade, pela distorção da verdade. Claro que nem todos, mas que digamos, nós conhecemos quem está indo pela margem esquerda, nadando contra a maré.

 

Vamos pedir a Jesus, pedir a Pai Seta Branca, que cuide de nossos corações, de nossas cabeças, que nos ensine o livre caminhar, longe das perturbações terrestres. Que não nos tornemos santinhos do pau oco.

 

A nossa missão é nos esclarecer da nossa jornada. Quem nós somos realmente.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

11.01.2018

 

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