NÚBIOS

Salve Deus!

 

Recebemos um presente de Pai seta Branca. Ele nunca nos abandona, seja onde estivermos ele sempre estará com a gente.

 

Desta vez ele convocou a guarda de Amon-Ra para nos proteger. Ao ficar no comando do radar eu vi assim, como mostra esta figura que fiz para ser vista pelos olhos físicos. Esta guarda pretoriana veio nos envolver neste manto desobsessivo, uma proteção para retirar deste caminho estes espíritos milenares, como contei na história anterior. A força dos encantos do amanhecer ultrapassa as barreiras incondicionais, as formações mais perigosas das prisões espirituais.

 

Por isso, hoje, o templo estava diferente. Ao fazer à contagem a energia veio direto do Egito, não deste Egito moderno, mas do velho Egito, das preciosidades ainda intactas. Os mestres receberam tanta energia que estavam meio adormecidos, estavam entorpecidos pela força que seus espíritos absorveram neste trabalho.

 

Os trabalhos continuaram no atendimento aos pacientes físicos e espirituais, porque a missão é a caridade e sem ela nós não fazemos nada que complete nosso ciclo de aprendizagem.

 

Eu olhava de um lado para outro, eu estava num imenso castelo e o radar era o trono do faraó. O piso era tão limpo e brilhante que refletia tudo. Os grandes salões de uma arquitetura de tirar o fôlego, tudo tão perfeito e harmonioso. Eu nunca havia passado por esta experiência dentro do templo. Aquilo tudo demonstrava um poder inigualável de Amon-Rá, Ramsés, e Akinaton. Estes três poderes emitiam ondas magnéticas que flutuavam pelo templo. Mas precisamente de Akinaton e Ramsés, sim, pois eram duas existências significativas no comando desta nave.

 

O sinal vinha verticalmente e se reproduzia horizontalmente. Uma espécie de catalisador das forças e das energias cósmicas. Quando estamos em perigo os nossos guardiões chegam para fazer o nosso escudo.

 

Aos os Núbios chegarem o templo mudou sua vibração. São soldados com estatura enormes, se eles se materializassem no templo não caberiam. Então somente vendo com os olhos do espírito dava para recompor as suas imagens dentro de nossa arquitetura.

 

Os velhos nagôs, povo celestial, abriram seus congás para nos trazer à magia de Nosso Senhor Jesus Cristo. Isso comprova tudo que estamos lutando, dias melhores, dias de sol dentro da luz.

 

Vamos recomeçar, vamos deixar tudo para trás, vamos experimentar o amor, não o amor existencial, mas o amor divino.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

30.12.2017

 

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