DA FRANÇA PARA O BRASIL

Salve Deus!

 

Quando assumimos nossa missão, nós juramos um sacerdócio e este caminho se interliga ao nosso passado, pelo qual vamos reconstruindo nossos corações.

 

Vou ser mais objetivo como exemplos de uma vida:
Luiz XV, rei da França entre 1715 e 1774, nasceu em 1710, em Versalhes. Bisneto de Luís XIV, era filho de Luís, duque de Borgonha, e de Maria Adelaide de Sabóia. Tinha apenas cinco anos quando o trono ficou vago com a morte de Luís XIV. O reino teve dois regentes enquanto o príncipe não atingia a maioridade: o duque de Orléans e o duque de Bourbon. A partir de 1726 o jovem monarca confia a direção dos assuntos do reino ao seu antigo preceptor, o cardeal de Fleury. Depois da morte deste, em 1743, Luís XV assumiu verdadeiramente o poder.

Apesar de tradicionalmente ser conhecido como homem votado ao prazer e aos caprichos, Luís XV proporcionou ao Reino prosperidade econômica e o fez destacar no plano intelectual e das artes. Entre as amantes do rei, destacou-se a marquesa de Pompadour, que o influenciou fortemente, sobretudo na área da política externa.

Luís XV levou a cabo uma dura campanha de perseguição aos protestantes quando iniciou o seu governo. Em termos sociais, no campo os agricultores tinham baixíssimos rendimentos e os privilégios ainda era pertença de uma minoria de nobres e do alto clero. O monarca propôs reformas fiscais relativamente a estes privilégios, mas de uma forma autoritária, o que veio a refletir-se negativamente, porque se voltaram contra si quer os privilegiados quer as facções contrárias ao absolutismo.

O agravamento da situação teve origem na política externa da França: a rivalidade com os Habsburgos e as necessidades impostas pela expansão marítima. O monarca não soube gerir simultaneamente com sucesso estes dois assuntos, dado que perdeu quase todas as colônias no tratado de Paris de 1763, conseguindo no entanto fazer uma aliança com os Habsburgos contra a Prússia. Uma nova tentativa de reforma a partir de 1770 provocaria a oposição dos parlamentares.

O rei morreu em Versalhes em 1774.

 

A história continua aqui no Brasil, com os acertos e desacertos em tema mais profundo. Sim, com a deposição do rei regente, como demonstra um pouco da história, mas não o conteúdo original, mas a marcada pela vida etérea, onde mais uma traição contra a França causou uma guerra.

 

Os mesmos de ontem no mesmo conflito de hoje. Hoje, aquela marca ainda está escrita na lapide do destino karmico, porque os derrotados se fizeram vida e novamente vão perecer pela morte. Os traidores da França cometeram grandes deslizes contra sua própria pátria e não percebendo as escritas nos pergaminhos milenares estão sufocando a evolução pelo triste fardo de não compreenderem os resgates.

 

A traição segue seu rumo como dividas a serem cobradas, mas porém, cobrar de quem, só porque foram impedidos de entregar a corte para outras cortes. O ceifador de cabeças, a velha guilhotina, por horas acreditava-se na melhoria do reinado, mas os conflitos entre os países se envolveram na maior derrota.

 

A perseguição aos protestantes se tornou um alvo do reinado. Até hoje esta energia está circulando ativamente nos bastidores da corte que secretamente se reúne altas horas da noite tentando incutir no coração do parlamento. E todos que aqui estão são peças chaves de uma vida em progresso material e espiritual. Fora os que se entregam a fatalidade de matar a esperança do povo provocando o desespero e as atitudes impensadas.

 

A guilhotina foi sufocada pelas conquistas, mas os ceifadores terão que arcar com seus débitos. A morte atrai a morte, porque a vida é um desfecho de necessidade por onde os seres humanos descrevem suas particularidades.

 

O resquício de um reinado ainda perdura pela eternidade. Para quem foi rei nunca perde Sua Majestade, mesmo sua coroa sendo de espinhos, ela permanece cravada na sua cabeça.

 

Será que a tua história não converge para sua evolução!

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

29.12.2017

 

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