A VERDADE É UM CAMINHO RETO

Salve Deus!

 

Nós estamos vivendo o Evangelho de Jesus, a Escola do Caminho, por isso é muito importante todos prestarem atenção em seus corações.

 

Conforme vamos vivenciando a corte espiritual, vemos que nem todos são do amanhecer, mas o amanhecer os acolhe para que sejam preparados para o conhecimento supremo. A razão nos ensina a chegar mais perto da verdade. A mentira é um caminho circular que muitas vezes é preciso experimentar para dar valor a nossa existência.

 

A cegueira karmica nos cobra a visão dos acontecimentos e da realidade migratória. Quando eu digo que nem todos são do amanhecer, é porque eles têm um caminho ainda a ser percorrido pelos vales da incompreensão e só vão dar valor ao ensinamento cristico quando superarem as cobranças.

 

Eu vejo como coroa feita. O testemunho da obrigatoriedade em ser o que pretende é a sua jura transcendental, pois muitas vezes jurou matar seus inimigos que tanto lhe fizeram mal. Ele pode matar ou perdoar, sim, vai depender do esclarecimento que receberá na sua pequena jornada karmica.

 

Um homem jurou que iria se vingar dos seus inimigos do passado. Chegando na terra ele começa a sua faixa obsessora e com isso vai se doando ao mundo negro em suas fantasias. Vai criando um habitat frio e calculista. Este ambiente tétrico emanado pelos seus pensamentos distribuiu em sua corrente sanguínea a dor da revolta. Lá, no mundo em que estava, ele pediu a Deus por esta oportunidade de se vingar e foi atendido. Ele foi encaminhado à casa astral de recuperação. Com o apagamento de suas memórias ele teve direito de cobrar pelo esclarecimento da vida moderna seus algozes, mas o fechamento do ciclo ainda é uma incógnita, um problema a ser resolvido pela individualidade, já que a personalidade está transitando pela dor do esquecimento.

 

Quando um encarnado sente a profundeza de suas lembranças ele se desespera e começa a agredir seus semelhantes tornando todos a sua volta em vitimas potenciais da morte. A linha do amor se torna linha da escravidão. Todos são presos nesta teia que lança suas garras em determinado objetivo.

 

Quando uma pessoa tem estes problemas espirituais, na ciência da terra chama-se de esquizofrenia, ela tanto pode ser hereditária ou adquirida, ela se debate entre a certeza e incertezas do seu mundo vibratório. Todos ali são vitimas do sistema, da cobrança e da necessidade.

 

Chegou aqui um espírito com sua coroa. Coroa feita é um espírito que não se liga a Jesus, ele é mais para o lado esquerdo, pela sua ambição de vingar-se. A missão dele é matar seus oponentes, seja quem for, é um espírito sem procedência. Não que na terra como encarnado recorde do juramento, mas tudo fará para criar um quadro depressivo na família. Vive criando ambientes negativos ao seu redor, palavras chulas, palavrões, tudo fora do contexto cristico.

 

Todos são bem vindos ao amanhecer de Seta Branca e terão todas as oportunidades de resgatar pelo amor os seus direitos, mas cada caso é um caso, cada vida é uma vida. Os espíritos coroas feitas são mais difíceis de serem conquistados, são rudes e tudo gira em torno deles. Não há amor, mas uma ligação com o passado que cobra no presente.

 

A mediunidade é um caminho pelo qual conhecemos nosso sol interior. O conhecer das missões, das cruzadas, das caravanas, o desagregar da inteligência anímica, a formação do novo recomeço. Quando somos instruídos a preserva a memória existencial é justamente para haver vida e não morte. Quando se força um caminho sem que ele esteja devidamente harmonizado poderemos criar um monstrinho que mais tarde será sugado em sua vitalidade. Os exus que cruzaram sua cabeça se tornam fieis escudeiros da vingança.

 

Quando se é deste caminho não se muda o roteiro, mas quando não é, Salve Deus. Estas pessoas aqui irão sofrer muito, pois terão que se adaptar ao perdão e não a vingança. Mas é somente pelo perdão que se liberta. A consequência mais grave é aceitar o Cristo Salvador, o Mestre dos Mestres.

 

Quando um espírito não aceita perdoar ele fica suspenso em sua gravidade interior. Vou contar esta passagem. Chegou um homem, um missionário. Ele, antes de reencarnar, jurou matar 32 pessoas que destruíram sua vida e de sua família. Nasceu, mas a divida continuava viva em seu juramento. Matou a primeira, matou a segunda e assim foi matando e nunca foi preso. Quando sua ultima vitima, uma mulher, a trigésima segunda, que estava grávida foi morta, ele foi preso somente por ter tirado a vida do ventre. Ali se configurou uma morte que não estava no seu juramento espiritual. Como médium ele teve todas as regalias para compreender sua missão. Pegou 30 anos de reclusão, mas somente neste caso, pois os outros não foram comprovados.

 

Quando uma pessoa vem para o amanhecer ele trás a sua história junto. Ele não vem com suas mãos abanando, ele vem cercado de mistérios. Quando testamos a sua história, podemos ver a sua missão. Por isso Tia nos dizia que nem a sua clarividência e nem os mentores podem opinar sobre a mediunidade do iniciante. Ali no teste tudo se revela no silencio da mediunidade. Ou ela é aberta ou é fechada. Não tem como querer enganar os instrutores universais. Pode ser com o tempo que mude as razões e contradições, mas deve ser seguida a orientação dada por Seta Branca. Quem duvidar que pergunte ao Pai.

 

Um dia tudo muda. Todos serão eternos mensageiros do além. No futuro não haverá mais médiuns de incorporação, não será preciso, mas o doutrinador sim, este será muito solicitado. Não haverá médium de incorporação porque não haverá dois planos, seremos um só em espírito e em verdade.

 

A nossa consciência terrena ainda é muito pequena em relação à consciência espiritual. Na terra vemos a natureza colorida, mas no céu não tem fronteiras. Tudo é regido pelo nosso padrão.

 

Hoje temos visitas de um espírito muito além de nossa imaginação. Pai Seta Branca está trazendo estes irmãos para conversar, para serem emanados. Quando eu cruzei as lanças no portal não foi para fechar, mas para colocar ordem e proteção nesta casa. Ninguém pode brincar de ser mestre desconhecendo o outro lado da vida.

 

Quando eu ensinei a cruzar as espadas na soleira da porta foi para colocar equilíbrio no lar. Magia original, ou magia transcendental. Tudo por uma maior conscientização do mestrado.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

16.12.2017

 

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