COBRANÇA

Salve Deus!

 

Os espíritos não querem que sigamos nossa estrada.

 

Existe no mundo inferior uma força atuando no destino do mestrado. São espíritos inferiores que não aceitam a evolução sob hipótese alguma. Eles estão cobrando uma reação em diversos sentidos, principalmente no emocional, colocando duvidas no sacerdócio para que cada um se disperse e assim abandone sua linha mestra.

 

Eu uma reunião desta noite eu fui convidado a participar, mas não era uma reunião da luz, era em um plano perto do nosso, o plano dos sonhos. Os espíritos da terra se deslocam em sonho para ele plano e ali ficam fomentando ideias e criando situações embaraçosas para seus próprios destinos.

 

Nesta passagem as ideias do contra era a principal armadilha para os desavisados que não tinham certeza de suas argumentações. Sim, principalmente quanto à presença dos evangelizadores sem fé. Pegar uma bíblia ou livro e colocar sob o braço não faz diferença, pois são palavras distorcidas e pregadas sob o aspecto desumano. A quem servir, a Deus da verdade ou ao Deus da inverdade.

 

Muitas palavras eram ditas sem nenhuma coerência, simplesmente falavam porque foram doutrinados para esta finalidade. Bastava chegar um espírito astucioso que todos já se sujeitavam a caminhar com ele. Não havia firmeza de propósito, havia uma fraqueza espiritual.

 

Quando todos estavam falando eu fiquei ao longe só observando em silencio, pois a dificuldade deles era justamente o silêncio, que firme como uma rocha não se deixa envolver pelas artimanhas dos sagazes espíritos.

 

Hora de tomar no cálice. Foi preparado um liquido escuro vermelho como sangue viscoso, e assim, aquele cálice rodava de mão em mão, até que chegou para mim. Eu olhei aquilo e sem que ninguém visse joguei fora. Era algo esquisito, algo que iria prender pela suposta adesão ao ritual. Quem bebesse deste cálice jurava fidelidade a este mundo.

 

Como eu fiz de conta que ingeri a mulher que me trouxe ficou satisfeita ao ver a minha corrupção. Eu, pelos olhos dela, havia corrompido meu juramento a Seta Imaculada. Ela, porém, saiu dali feliz e sem imaginar o contrario as reações da infiltração. Eu a conheço aqui na terra, sei de suas intenções, mas o dia do julgamento final irá arcar com suas tentativas de destruir o sacerdócio.

 

Às vezes nos infiltramos nos lugares dos submundos para ver as reações dos espíritos que cultivam a sabedoria dos enganadores. Eles se fazem de santinhos e por trás daquela imagem se derretem de maldade. Principalmente em terra se fazendo de bons amigos e por trás de sua estátua eles fomentam a discórdia.

 

Eu não arredei o pé dali até que um por um voltasse as suas origens físicas. Eu não daria o trabalho de ouvir as loucuras dos espíritos transitando por seus sonhos. É ali que conhecemos quem é quem, como age na escuridão dos desejos os maus amados.

 

Quando o ultimo foi embora levando consigo as tralhas infernais de sua angustia eu voltei para meu corpo. O sol ainda não brilhava neste continente, mas eu já preparava o dia seguinte de como seria o despertar desta jornada. Sabendo de quem é e como está se aproximando da minha família, eu estou em prontidão, no meu modo de agir, eu não falo, eu somente aplico a força da cabala dentro da razão. Os espíritos ficam com medo quando desconhecem o silencio do espírito. Eles não sabem qual razão e motivo de desconhecerem sua missão, sua obra e evolução. Por isso onde impera o silencio espiritual não há tanta contradição.

 

Aquele que fala muito perde a noção da verdade. Falem somente o suficiente para serem entendidos e não como papagaios que repetem o que ouviram. Deixem um pouco da sua força em segredo, não revelem tudo no primeiro impacto. Façam como o pulo do gato. Sejam espertos e não se entreguem ao sinal que vem ao seu encontro.

 

Aquela roda de mal amados se desfez e tudo irá se esclarecer no decorrer do dia-a-dia. Sem pretensão alguma de favorecer o mal nós nos guiamos pela estrela guia que já começa a prenunciar a chegada do salvador.

 

Vamos trabalhar para colocar em ordem a nossa casa.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

08.12.2017

 

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