DOENÇAS

Salve Deus!

 

A pior doença de uma pessoa é no seu espírito.

 

Hoje, Graças a Deus, temos nossos plexos iniciáticos, temos a distinção da terra, somos espíritos imunes as doenças espirituais. A força que ingerimos pelo cálice da vida eterna nos transformou em reflexo da nossa composição atômica e não mais nativa. Somos imunes das diferenças sociais, somos especiais, somos luz e não mais escuridão.

 

Está certo que muitas coisas materiais nos perturbam, mas a imunidade espiritual é algo que será a diferença quando da transição chegar diretamente aos nossos olhos. A impregnação não nos abaterá pela incompreensão, livres seremos da idolatria karmica, porém sofreremos a irreparável angustia da separação dos destinos.

 

Quando o eldorado mundo das conquistas abrirem suas asas sobre nós, seremos nós os primeiros a vestir ou revestir das energias cósmicas, pois a terra na sua beleza transitória cobrará dos nativos seu peso em ouro.

 

Ser iniciático é ter a vida eterna, não ser mais prisioneiro do comportamento humano. Todos deveriam agradecer esta rica e feliz oportunidade dada por Seta Branca de serem portadores da cura espiritual. O dilúvio das lágrimas perdidas pelo pranto não mais regará este solo, pois a vivência cristã da nova era será pela força de um novo conhecimento.

 

Lá, onde vamos todas as noites, é diferente no comportamento dos seres transportados em seus sonhos de fantasia. Uns sonham voando, outros caindo, outros nem sabemos a que se reportam, mas na suplica dos corpos todos voltam para refazer seu plexo. Os iniciados sobrevoam os leitos dos adormecidos e vão distribuindo os fenômenos da antimatéria e aos poucos vão materializando sonhos do dantesco tombadilho que a mil luzes deliram, choram e riem.

 

Então a grande nau parte sem destino e sem bússola atravessando os mais pesados magnéticos até chegar na nova era. O espelho reflete nossa imagem, mas não há vemos mais, pois ela está transitando entre a coroa e os espinhos. Muitos sangram suas mãos por querer pegar o que não lhe pertence, outros mais delicados assumem seus papeis de medianeiros entre o céu e a terra.

 

O que eu vejo muito ainda, mesmo sendo os missionários, a imposição dos valores agregados a crosta terrena. Choram suas dificuldades materiais, choram seus ais, não pensam na relatividade da formação dos espíritos. Não é somente barro atômico, são especiarias distintas de uma obra divina. Um grande atelier que dá origem ao destino.

 

Somos então, agora, imunes as doenças do espírito. Karmicamente nós pagamos nosso centil por termos jurados nossas evoluções. Isso ninguém irá mudar, mas nós podemos tomar outro rumo neste destino compreendendo e amando nossos ais. Não fugir pelo desespero, mas ter consciência de quem somos nós nesta ladainha de vozes esquecidas.

 

Um espírito iniciático se difere do normal pela sua capacidade de movimentar energias, placas e até mesmo induzir ao comportamento humano uma espécie de tradução dos movimentos científicos espirituais. Quando se é do bem, nós estamos na linha mater do nosso coração, mas quando um iniciado se perde de sua contagem ele vive o seu inferno zodiacal. Esta é a doença do espírito, a rudez do conhecimento que encolhe como se fosse uma folha seca.

 

Distribuir a nossa capacidade de entender os desígnios da terra é transparecer a relatividade com o céu. No céu somos todos luminosos, somos seres de uma atmosfera fluídica, na terra sofremos o peso da materialidade dos nossos desejos.

 

A incapacidade de desmembrar os sonhos da realidade nos escraviza a ponto de perdemos o nosso sentimento. Ser livre é estar bem consigo mesmo, é estar na composição astral, é ser o eu na sua integridade.

 

Vamos fazer parte desta conquista e direcionar nossos valores para uma nova era. Não adoeça mais seu espírito, pois ele não pode mais voltar a sua atmosfera sem que perca os seus dotes.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

15.11.2017

 

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