ORIGENS

Salve Deus!

Apesar de estarmos num tubo de ensaio, nós na terra podemos unir outras origens que não são as nossas.

Quando vamos nas origens espirituais, nós só podemos participar da nossa origem oficial. Lá elas não se misturam, porque são famílias enormes com laços de afinidade em comum. É muito esclarecedora esta visão, pois nos vemos dispostos da embarcar nos sonhos em busca da nossa grande jornada.

Na terra as origens se confundem e se misturam causando um lapso de memória astral. Dentro desta pequena embalagem temos os grandes conflitos que é justamente a falta de entrosamento, o ajuste de opiniões, de materialização das necessidades. As pessoas na terra se envolvem nas causas e por elas perdem o bom senso matando o direito de escolha.

Nós somos como cobaias em um laboratório da ciência, por onde os experimentos traduzem a real necessidade de unificar as origens. Vamos quebrar esta barreira condicionada somente na terra ou vamos unificar no céu também. Você não penetra em outra origem de jeito nenhum sem que seja convidado, mas como visitante e não como hospede. Hospede que falo é tornar-se membro daquela origem. Então, prevendo esta abolição a terra proporciona um ajuste de conduta, por onde muitos de origens diferentes se unem para formar novas origens. A origem oficial fica quando partir da terra, mas tendo possibilidade de participar da outra com o casamento.

Quando eu fui visitar minha origem eu vi que minha esposa é de outra completamente diferente, mas assim mesmo fui visitar a origem dela e fui muito bem recebido. As noticias de nossa união transformou esta origem fechada em aberta, porque dali surgiu os filhos, os netos e agora estamos vivendo amplamente o nosso destino.

Quando cheguei à luz estava opaca e logo em seguida uma festa se formou. Era a minha apresentação, sim, minha esposa e ninfa havia falado ao meu respeito para sua família. O que mais me alegrou foi de ter duas famílias, a minha e a dela.

Eu estou trazendo muita coisa de cima para a terra. Estou preparando meu povo para as convivências entre eles, pois somente com o conhecimento é que podemos evitar os contratempos dos reajustes. Cada qual destes mestres veio de origens distintas e aqui se reencontraram com outras e para manter isso intacto , sem dor, é preciso saber da verdade. Quando batemos de frente com uma origem que vem de outra energia há um choque de cultura, e ali o impacto causa rompimento da amizade, dos laços missionários.

Vamos assim dizer, eu estou aos poucos abrindo a mediunidade da minha família. Estou preparando todos para suas viagens, suas fantasias, suas conquistas. Eles já percebem o alinhamento da mediunidade. Sei que ainda há o temor pelo desconhecido, mas com o tempo e a afirmação doutrinária eles vão se adaptando. Os vultos são somente silhuetas da abertura tridimensional da mente mediúnica. O susto agora não será o choque de amanhã, sim, pois quando abrirem os portais tudo será casual.

Esta preparação é muito necessária, eu como trazendo esta ligação temporal posso aos pouco ir reagindo no ciclo. Somente um iniciado pode iniciar outro, disse Tia Neiva. Então, como traduzir a verdade se ninguém ultrapassa a sua dimensão. Para se tornar um grande iniciado é preciso entender os laços que formam o seu mundo.

O principio de uma família na terra é mostrar que é possível haver harmonia entre as origens. Quebrar este fechamento condicionado a somente aquela família. Por isso que temos aqui na terra que respeitar nossos semelhantes, manter vida a chama da vida e lutar para não cair no padrão negativo e vingativo.

Todas as famílias são protegidas por uma força magnética qual repele os intrusos do espaço. Quando partimos vamos diretamente na nossa origem e não na do vizinho. Antes de chegar na minha origem, eu olhei para aquelas mansões etéricas tudo estava tapado por uma energia diferente, era como se existisse uma cortina que cobrisse a maior parte da imagem. Dava para ver um enorme castelo como se fosse uma miragem. Não era minha e nem da minha esposa, e eu não podia entrar.

Então, mestres, meus irmãos, nós vamos fazer de tudo para não ofender as nossas origens aqui na terra, porque estamos num processo de unificar este povo pelas bênçãos de Deus. Não discuta e nem saia do seu padrão, por mais que haja provocação para tirar de sintonia. Eu procuro sempre ouvir as duas partes, ouvir e sentir o amor de Seta Branca curando. Não tem porque um querer ser mais que o outro. Não precisamos disso em nossa escola doutrinária. Precisamos, sim, escutar o nosso coração e abraçar nossos irmãos sabendo que eles também estão procurando se ajustar ao destino karmico.

Ninguém é santo, mas podemos melhorar nosso mundo se soubermos decifrar os enigmas destas origens.

Salve Deus!

Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
17.10.2017

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