CONDUTA

Salve Deus!

 

Quando sai da conduta hierárquica não sobra nada para se agarrar.

 

Apesar de muitos terem suas indiferenças no campo humano, as relações espirituais devem estar equilibradas para que não se crie um nó na ligação decrescente.

 

Ontem, Pai João de Enoque, veio em meu socorro. Eu estava sendo irradiado por uma energia segregada de ódio, muito ódio mesmo. Eu tinha ido passar o dia dos pais na casa de minha filha e foi naquele momento que ele chegou ficando de honra e guarda, protegendo meus amores desta cobrança.

 

Fiquei em silencio para não despertar a sintonia de quem emitia para os receptores de quem não percebia. Os ajustes foram sendo feitos pelo preto velho dentro do amor incondicional para que não restassem fagulhas de vingança.

 

Pai João, na força de Olorum, emitia uma energia branca que acalmava os espíritos pela fluidez de sua aura, coisa indescritível, pois ela saia do centro coronário em forma de um circulo que ia se estendendo até o limite de nossa visão. Foi assim que ele evitou a transmutação do mental sobre os plexos físicos. Quem irradiava estava transtornado pela sua vulgaridade humana, porque meus mestres, quando se sai da contagem não resta absolutamente nada no circulo vital.

 

Eu permaneci no meu silencio a pedido dele, pois somente assim evitaria um contra tempo familiar. A pior vibração é a do encarnado e pior ainda quando se trata de um membro do amanhecer. A variação mental acrisolada ao sentimento negativo induz uma corrente esparsa que se lança ao etéreo plano e quando encontra sua vitima descarrega aquele sentimento ruim. Foi então que houve a multiplicidade das forças, Pai João segurando esta carga e eu aqui formando a sintonia para que o campo magnético ampliasse sua resistência.

 

Foi assim desde quando chegamos até quando fomos embora para a casa de minha irmã, em Curitiba. Ele foi comigo, foi manipulando aquela vibração vegetativa esquizofrênica, sim, pois a fagulha negra havia entrado no coração daquele homem perpetuado em sua couraça. Os relâmpagos e clarões estouravam como se fosse uma tempestade, de tão perigoso, de tanta maldade humana.

 

Eu via aquele ser das alturas formando seu mundo para desviar a tempestade do nosso comando. Com muita maestria, com muita sutileza, e aos poucos foi desintegrando aquela formação de destruição. Tudo se normalizou, mas eu fico pensando, e como será para aquele que entrou pelo destino da morte, sim, pois terá que haver uma reparação. Tudo que se faz usando a força mediúnica deve ser reparado.

 

Vejam, os mentores são luzes que vem de mundos afins somente para nos ajudar, confortar e curar. Eles vêm sem cobrar nada, nem nosso obrigado, e os homens desta terra estão cobrando pela caridade deste povo celestial. É como se cobrasse em dobro pela presença destas luzes do sol e da lua. Tudo que cobram na faixa terrestre, tudo mesmo, é uma divida contraída no céu. Se existe a necessidade física deve ser equilibrada entre a terra e o céu.

 

A forma de cobrar pela caridade chega a um ponto difícil de lidar. É como se dissesse: para você ter isso é preciso que me de isso. Vejam a figura de Jesus que nada exigiu dos seus apóstolos, somente que eles fossem unidos em prol da verdade. Nem uma sacola eles deveriam carregar e quando fossem recebidos em um lar que ficassem ali até o termino de suas missões. Sim, porque as ofertas de ouro e prata transformariam suas missões em comércio.

 

Hoje angical. Hoje Pai João estará me esperando para falarmos sobre esta condição humana de um filho do amanhecer se tornar um elitrio. Isso acontece quando o homem perde sua identidade e passa a vibrar descontente com sua conduta moral. O mesmo já aconteceu várias vezes e agora foi impedido de acontecer novamente. Na França (XV) ele aprontou o mesmo, foi destituído e ficou vibrando. Agora ele voltou para cobrar o que não lhe pertencia lá no passado, procurando destruir o que eu construo aqui no presente.

 

Falta de ética e moral. Espiritualmente está se tornando um escravo de suas palavras e pensamentos. Só isso que posso descrever neste episódio humano.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

14.08.2017

 

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