UM REI

Salve Deus!

 

Os compromissos com a nova era vão desde o princípio até o fim dos eventos que estamos construindo nesta missão.

 

Eu viajo consciente e vendo as narrativas das histórias que ficaram gravadas na eternidade me assusta um pouco a desfiguração do destino. Estive hoje num quadro espiritual diferente onde um pai (rei) e seus dois filhos príncipes. Mas a criação deles foi muito impiedosa dando total poder sobre seus discípulos. Como a idade dos dois variava de meses cada um tinha seu principio criador e cada um mudava seu modo de se apresentar. O mais velho era mais impetuoso e agressivo, já o mais novo era calmo e tranquilo.

 

Este rei era poderoso sobre sua corte e todos tinham medo de sua alteza. Ele não mandava recado e ali mesmo pronunciava o destino de quem interferisse nas suas ordens. O menino mais velho gostava de ver a morte e já o outro chorava por não querer tirar a vida do próximo. Eram dois destinos sendo traçados no mesmo reinado. O pai estava num grande dilema, saber quem seria seu sucessor, o primeiro ou o segundo na escala de reinado. Ele observava cada comportamento, cada manejo da espada dos aprendizes de guerra.

 

Assim este rei viveu a sua grande paixão entre as escolhas de quem seria empossado. O reinado da sucessão trouxe muito esclarecimento para ele que prevendo o futuro desta decisão teria que tomar cuidado na escolha, pois um poderia matar o outro. O que fazer neste momento, sim, era esperar o destino construir uma ponte que distinguisse quem seria o futuro rei.

 

Sentado em seu trono com sua cabeça cabisbaixa pensava olhando para os dois que brincavam na grande sala. Um empunhava sua espada e já fazendo grandes movimentos de ataque e o outro com sua espada de ponta ao chão apoiada em suas mãos.

 

Eu fiquei observando a reação deste rei e querendo saber da decisão, qual eu não tive, voltei para meu mundo. A razão desta viagem foi para mostrar os princípios da criação, da nossa criação, e de nossos futuros compromissos com nossos destinos. Nem sempre a espada vence e nem sempre ela perde.

 

Gostaria de saber de vocês, em uma situação desta quem vocês escolheriam. O jovem impetuoso e agressivo, ou o jovem calmo e tranqüilo, já que este reinado estava na mira dos inimigos. Um rei na mira de outro. Eu voltei trazendo esta visão, mas não pude saber da escolha.

 

Cada um de nós tem em suas mãos o destino de sua vida, de sua família e de sua evolução. A escolha pode afetar a sua decisão de quem seria melhor para seguir com os laços de afetividade. Veja ao seu redor: tudo que construiu pode ser destruído por uma escolha, tanto boa como ruim. Você faz o seu destino, o seu futuro, por isso temos que ter a sagacidade do guerreiro e a calma do pensador, pois uma não vive sem a outra.

 

Eu trouxe esta noticia de lá para cá. Criei um vórtice no tempo para suportar estas aberturas tridimensionais. Sem isso nós nos tornamos os mesmos de ontem vivendo o hoje esperando o amanhã sem esperança. São espíritos milenares que ainda estão no poder de suas manifestações obsessivas.

 

Só o tempo pode nos tornar melhores e nos convencer da expectativa que sonhamos num futuro diferente. Vamos nos reeducar e participar dos eventos da nossa natureza. Ela está visitando cada filho jaguar e dando seu recado nos sonhos. Abra sua mente e se esclareça desta verdade.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

25.07.2017

 

Sair da nossa lista:

Receber/Deletar

Deixe uma resposta