AS VISITAS – parte dois

Salve Deus!

 

A visão extrassensorial que desenvolvemos, uma pelo dom e outra pela missão, é algo extraordinário, algo sem limite de prescrição. Não se pode simplesmente ignorar os termos assumidos no compromisso de elevar o padrão dos habituais estágios momentâneos sejam eles em qual plano estiver. Um dom missionário é algo que determina o grau de envolvimento nas camadas do etérico que vem na reencarnação acompanhando os desígnios da vida. Um dom adquirido é desenvolvido pela percepção orgânica estimulando os chakras e plexos a formarem os canais de recebimento e distribuição. Ser apará ou doutrinador já é um dom.

 

Ao ver este quadro oriundo pela visão espiritual eu fico apreensivo, pois ninguém sabe quem é quem nesta escola planetária. Ao esperar este momento de reencontro eu fiquei de honra e guarda aqui no vale, pois o sistema nos pede silencio para não atrapalhar os caminhos dos viajantes. E não demorou muito, o viajante, o filho de Seta Branca chegou. Um espírito que já teve uma vida na mesma intensidade dos espartanos jaguares de outras vidas.

 

Ao deparar-me com ele aqui na minha frente, na mesma condição sofrida humana, eu fiquei esperando a reação do mundo espiritual, e qual não foi a minha surpresa, ele foi muito bem recebido e de mala e cuia já pronto para seu caminho. Os filhos estão sendo chamados pela corte suprema e tão logo percam o medo da verdade deverão unificar seus corações junto ao Pai.

 

O Vale do Amanhecer é inacreditável, é algo sem limite de atuação, pois ele busca no enredo da vida e da morte os reais contemporâneos que fazem deste planeta a sua história. E lá, nos planos de Deus, eles se reencontram com suas origens e vão definindo os contrastes da responsabilidade que cada um assumirá na sua condição.

 

Os espíritos que vieram junto foram doutrinados, tinha até um que queria fugir pela porta do templo, mas fora barrado pelo cavaleiro e trazido para os tronos. Ali ele recebeu a sua doutrina com muito amor e respeito. Eu segurava o comando dos trabalhos para que nada saísse fora do contexto, pois geralmente um comandante sem sintonia coloca em xeque os trabalhos. Legiões de espíritos formaram o canto da nossa individualidade, da nossa conquista.

 

Como eu digo, um mestre em sintonia vale por cem. Os mentores precisam da energia ectoplasmática para curar os enfermos e por isso usam de todo recurso plausível para obter. Os mestres com sintonia formam o pedestal de força básica e os sem sintonia alimentam esta condição de contribuir.

 

O dia que todos os jaguares do amanhecer manter a sintonia em perfeita unificação com o céu, veremos lindos trabalhos de resgate, de desintegração, de materialização, integração, enfim, os olhos verão coisas que jamais viram antes. Para alguns será algo preocupante pelo desequilíbrio que se formará no sol interior, mas para outros será inacreditável.

 

Atendendo a missão do dia vimos então o renascer da fé na força de um cacique guerreiro da paz. Seta Branca nosso Pai maior é um espírito altaneiro e exemplar que rege esta faixa karmica do planeta terra. Amando e perdoando, ele nos dá certeza de não nos perdermos mais nesta longa contagem.

 

Os mundos estão se encontrando pela força de um jaguar, de um espírito que assumiu esta humilde roupagem para nos esclarecer. Os muitos nomes que ele é reconhecido da prova que ele sempre esteve no comando desta grande nave, deste planeta em desenvolvimento.

 

O amor é à base da evolução, a razão é o caminho da verdade e da vida.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

01.06.2017

 

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