MENTE VAZIA

Salve Deus!

 

Quando nos afastamos de nós mesmos, vamos entrando no ciclo da desventura.

 

Eu estive esta noite caminhando em favor do vento. Deixando ele me guiar como um navio que sem leme é guiado na conformidade dos desejos de cada coração. Deixei-me assim para experimentar a ausência do eu interior expondo seus reflexos mais contidos, mais suprimidos. Assim eu pude constatar que o homem se torna vazio quando desacredita na sua força, no seu valor.

 

Ao chegar no infinito, onde as consequências são desastrosas para cada ser humano encarnado, pois lá prevalecem à formação dos espíritos, os espíritos são frios e sem sentimento algum, são modelados a uma imagem, mas qual imagem reflete cada ser. Não existe reflexo, são todos transparentes, sem nada composto, nada delineado.

 

Vendo o grau de comprometimento de cada desmembramento eu vi a questão do espírito que assume a sua verdadeira obra quando passa pelo deslocamento, uma variação entre a sétima casa astral. Ali forma o âmbar da cultura que vai ser distribuída na formação e almejando o principio da criação divina o espírito se torna responsável.

 

A variação do sentimento pode assumir graus da personalidade transitória, entre o verdadeiro e o falso. Muitos são chamados para alterar seu padrão, mas poucos assumem o grau da inteligência da percepção. Aí mora um dilema de escolhas, pois a força motriz do espírito é o físico que recebe a fagulha cristica e estabelece seu padrão material.

 

Lá, onde as amarras são desfeitas e os nós desatados, não existe sentimentalismo, existe a reciprocidade capacitada para estabelecer culturas. Doze são as casas transitórias deixadas pelo Cristo Nosso Senhor. Desde a criação do sistema que moldou a sua imagem e semelhança, vemos as religiões serem desvirtualizadas pelo homem que acha que está certo, quando não vê as consequências de seus atos sendo desabonadas pelo governo astral. Nós temos um governo espiritual participante, temos pérolas sendo administradas diretamente sobre o padrão físico e mental.

 

O arco-íris se formou na latitude da visão como se fosse uma coroa sem espinhos envolvendo a terra. Dos polos magnéticos fluem ondas gravitacionais diretamente, negativa e positiva, uma não altera a outra. Sabemos da existência destas ondas pela bússola que marca o norte magnético e o sul fica balançando livre. O recomeço será pelo sul, Antártica, pois não repele os sinais do tempo, por onde o portal se abrirá, ficando mais fácil para as naves entrarem e saírem.

 

De onde eu estava dava para ver as mudanças de cada estação, de cada movimento, extraordinário, o sistema foi criado para este planeta terra com base na formação de novos parâmetros. Daqui seremos todos lançados para o universo que vibra em outras melodias, outras formas de vida. O medo será de perder o solo sob seus pés. A gravitação elementar perderá sua força.

 

O arco-íris transpassava meu espírito, luzes infinitas em grau de formação me faziam rever o meu aspecto encarnatório.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

27.05.2017

 

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