ENCARNAÇÃO OU REENCARNAÇÃO

Salve Deus!

 

Tratamos de algo especial, algo tão maravilhoso que se chama vida.

 

Ao despertar nossa natureza espiritual e assumindo novas roupagens são traçados projetos de uma vida neste planeta terra. Nós já tivemos vidas em outros planetas, principalmente um mais perto, Marte, mas com o abuso de conhecimento e prosperidade da ciência, deixamos perder o elo que nos ligava aos preceitos da verdade. Fomos subtraídos deste mundo e ficamos separados em planos semi densos, sendo preparados então para chegar a este planeta também denso, mas de outra constituição. Ainda existem resquícios da vida em Marte. Aos poucos novas descobertas pela curiosidade que trarão o despertar de máquinas, de objetos, de água.

 

Quando em marte havia significado pela evolução do comportamento só que também as dividas foram se acumulando e formando o mesmo sistema de conspiração celestial. Nós éramos diferentes, éramos espíritos formando corpos fluídicos, e não corpos físicos envolvendo espíritos, como na terra. A era da transgenia, mutação, formando novos corpos ou alterando os existentes.

 

Ao subir para esta viagem e fora dos círculos terrestres cheguei ao habitual contexto existencial. Tudo foi registrado em pedras e elas foram erguidas para contar uma história. Estes murais ainda estão lá contendo o vinculo entre as vidas planetárias. Somos uma raça universal, somos de um mundo de variação cósmica, somos seres independentes. O homem chegou a este planeta com uma condição animal e foi superando até ganhar consciência de si mesmo. Criou muitos habitats em outros sistemas e se adaptou ao seu circulo vital. Eu sei que é difícil acreditar nestas traduções do sistema, mas nós somos o sistema.

Ao chegar neste lado do sistema eu cheguei a minha história. Ela estava ainda erguida e prendendo o conteúdo que precisa ser traduzido. Foi então que batendo com força aos poucos ela foi sendo demolida e réstias serão observadas pelo reflexo do sol. O conhecimento é amplo e requer um estudo mais aprofundado.

 

A nossa mente é um caminho abstrato que se apaga pela necessidade de conhecer outros comportamentos e aproveitar para ensejar novas formas de vida. O fluxo de energia que se transmuta é pouco em virtude da complexidade do nosso convívio. Lá era tudo diferente daqui, pois conhecíamos a verdadeira ciência. Nos tubos de ensaio eram produzidos in-vitro as formas habituais de vidas. Hoje na terra este método já é difundido para chegar à vida de outra forma não habitual. Ao demolir esta lasca de pedra tudo que estava guardado sob este manto foi aspirado. A demolição não causou um impacto, mas trará a tona o que será prenunciado pela terra.

 

Saindo do cogenesis assumimos a separação do átomo para habitar outra forma de vida. Bem antes de nascer neste planeta já éramos donos do nosso em transmutação. Por isso que ainda olhamos para as estrelas, pois era tudo parte do nosso convívio. Saudades, remorso, paixão, tudo esquecido nas lembranças de sermos quem somos. Hoje nos apaixonamos pelas histórias de galáxias em composição dos cenários, ainda somos curiosos pelo que ficou marcado em nosso intimo.

 

Voltando desta viagem e entrando nesta coletividade terrena, passando pelo sistema que nos modelou a nossa imagem, chegamos ao ápice das encarnações ou reencarnações. Como diria o jovem cientista que produziu seus primeiros ensaios in-vitro, Vida que se conforma, mas não aspira novos métodos. Ao passar pelo sistema que permite a continuidade da vida chegamos na condição elementar da formação dos espíritos sendo encouraçados. A visão nítida da perda da consciência astral no casulo, digo, uma forma de atrofiar a liberdade de poder criar, de poder sentir-se importante. Existe sim o perigo de perder a continuidade, como lá foi perdido, mas estamos chegando na maravilha do eldorado. Aos poucos não está havendo reencarnação mais, está havendo só a encarnação. Seres de outras dimensões já chegaram em cápsulas enormes, como favos de mel e em cada divisão famílias inteiras de cientistas da nova era. Quando esta enorme nave chegou no portal e ali ela estacionou pude vê-la em sua condição natural. Os casulos foram abertos e a vaporização na crosta terrestre foi de imediato. O sistema cristico recebeu uma forma abstrata de vida com mais responsabilidade. Conversando com Koatay 108, não lembro bem da data, mas ela me explicou o porquê deles terem vindo. Será uma nova forma de vida que valorizará este planeta não desperdiçando os recursos naturais e sim promovendo outros.

 

Os capelinos retornarão, porque acabou a migração, e esta nova raça espalhará pelos continentes uma nova onda migratória. Eu vejo as pessoas presas pelos dogmas religiosos. Vejo que eles ainda estão presos aos comportamentos mais devassos que a evolução se prende. A religião é uma forma de prisão, uma forma de cercear os indivíduos sob a égide da espada do medo. Logo, porém, este círculo religioso será quebrado e livres os homens poderão se amar, se respeitar. O homem religioso é supersticioso a ponto de ter medo do seu chinelo virado, de um gato preto cruzar seu caminho, de passar por baixo de uma escada.

 

Este é o homem deste milênio que aspira novas forças de conhecimento, de abrir sua mente, de aceitar a projeção científica e espiritual. Jesus não prendeu ninguém aos costumes, mas deixou claro que nós nos prendemos a nós mesmos. Que os mortos enterrem seus mortos. Sem a linguagem universal ficamos mais uma vez presos aos costumes medievais.

 

Entenda bem, a carta migratória é vencida pelo tempo e só o tempo pode nos alimentar de novas aspirações. Ser ou não ser. Graças a Deus somos parte desta ciência do amanhecer, pois aqui estamos em contato diretamente com os seres de outras dimensões, seres que nos abrem a mente e o coração. Quem somos nós.

 

Com grandes naves percorríamos o universo em busca de outras formas de vida. Éramos astronautas.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

26.05.2017

 

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