ESPARTANO

Salve Deus!

 

Nunca desperte a ira de um espartano, vocês não sabem do que ele é capaz. Temos, hoje, dois tipos de espartano: um é esclarecido, educado e forte espiritualmente e outro é rude, menos esclarecido e fraco emocionalmente.

 

Quando Tia Neiva assumiu esta missão ela veio com o propósito de esconder as armas destes espartanos que aceitaram seguir ao seu lado. E assim o fez escondendo de cada um, através da evolução e do conhecimento, as suas espadas. Os jaguares espartanos do amanhecer cultivam o sacerdócio de Jesus, o mesmo que fora subjugado por eles como fraco, pois prevalecia a força bruta. Assim era o império que atravessou ciclos em um combate pela morte e não pela vida. Mas mesmo assim alguns ainda se mantêm fervorosos combatentes pela ignorância. Uniram então o conhecimento e a força mais primitiva para estar no comando de alguma coisa.

 

Neiva não ensinou isso e nem propagou a força animal entre seus seguidores. Ela entregou para cada um uma rosa vermelha, a rosa do seu verdadeiro amor incondicional. Mas filhos nós temos diversos, uns mais tranquilos, outros mais sagazes e assim a vida vai se prolongando pelo infinito até que um dia todos se esclareçam.

 

Então o espartano bruto ainda persiste no caminho da fé, porque ele fala em Jesus, mas somente no seu nome e não o carrega dentro de si. Não mudou seu costume medieval e trata seus aliados com ferocidade de um revoltado. Quando tudo está bem ele está psiquicamente equilibrado, mas basta um momento de perda do seu estado emocional que ele passa a agredir e atacar ferozmente seus irmãos.

 

Hoje no amanhecer ainda vemos dois tipos de espartano, um é o jaguar espartano, filho de Seta Branca, lapidado e emanado. O outro ainda é bruto na sua essência pesando ser dono de sua verdade forma seu campo magnético repelindo aos demais com sua ingratidão. Não falo somente do masculino, mas também da mulher espartana. São guerreiros natos que não descansam de um combate a não ser pela própria morte. Defendem seu território com a sua vida e mesmo sendo rudes eles não perdoam a ingratidão com os mais fracos.

 

Foi vendo este quadro dantesco de diferenças e indiferenças que Neiva chegou a este mundo. Um espírito de alta hierarquia que teve que enfrentar a sua dor física para mostrar um novo caminho, o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Desencarnou por ele e levou consigo a esperança que sua tribo se mantivesse no mesmo amor.

 

1988 foi um quadro espiritual muito importante aonde marcou o recomeço de uma nova jornada. “…meu filho, eu vou reencarnar, mas na minha família de origem…”. 21 anos se passaram deste dia tão importante. Na contagem da cabala estes 21 anos se referem à formação das falanges dentro deste ciclo necessário a implantação das forças. De 1985 até agora contando os 21 anos teremos a idade base de sua reencarnação.

 

Os trinta anos consequentes da sua formação intelectual e movimentação do seu eu pelas faces dos nossos corações estabelece a verdadeira obra de uma missionária. Dizemos AGLA, Koatay 108, mas nem sabemos onde ela está, pois segredos da espiritualidade só podem ser quebrados pelo autor de sua obra. Nem os mentores abrem a verdade para que não saiam correndo em busca de um caminho desconhecido.

 

Neste primeiro de maio poderemos receber diretamente dela a força do sol e da lua, mas estando em terra e projetando no céu a sua experiência de mãe deste mestrado. Um clarividente pode se manifestar diretamente pelo subconsciente sem precisar estar diretamente ligado ao padrão material. Temos muitos espíritos videntes e clarividentes, pois são missionários que passaram pelo tempo e respeitaram suas tradições ornamentadas pelo rumor de novos dias.

 

O mais importante neste momento é recuperar a força do Cavaleiro Verde Especial. *Cavaleiro Verde é um espírito que veio a pedido para se manifestar diretamente no ciclo da dor. Então ao emitirem Especial, vocês são agrupados nesta legião, formando outros cavaleiros em missão dos Grandes Cavaleiros da Legião de Mestre Lázaro. Então somos cavaleiros especiais. O mesmo quando você parte para um trabalho fora do seu adjunto, você irá emitir em missão especial de outro adjunto. É a lei que foi deixada. Você não faz parte daquele continente e por isso ao emitir especial quer dizer, com permissão para formar seu aledá.

 

No ciclo deste mestrado demonstramos que aprendemos a manipular de uma vida para outra. São os fenômenos da vida fora da matéria. Uns são conscientes e outros inconscientes. Quando eu vibro na minha lança e aqui no templo recebo os meus conterrâneos mercenários, eu aprendo que a violência não abre os portais, aliás, fecha ainda mais a sua estrada. Para poder caminhar pelo mundo dos espíritos é necessário a paz interior, a formação do seu sol interior iluminado.

 

Quando estou em missão nos planos espirituais eu me escondo de muitos contatos para evitar contra tempos desnecessários. Quando estou em missão no templo os mentores trazem estes espíritos para uma apresentação direta. Eles são trazidos desmagnetizados do seu físico para vir me enfrentar. Ao chegarem aqui eles veem fechados e expelindo ignorância se achando que são os melhores deste universo. Muda a concepção de jaguar para tirano, porque eles não respeitam ninguém. O mentor daquele filho se esforça para que seu coração se esvazie de tanta amargura e ódio. Por isso ele o trás aqui nos trabalhos, para desabafar e tirar o ectoplasma doentio de sua evolução.

 

Quando eu vejo que é um jaguar em transito já sei que boa coisa não é. Teve um jaguar que veio de longe, ele estava com tanta raiva de mim, estava babando de ódio, e ao chegar aqui com Pai João de Enoque, para uma doutrinação, ele foi bem recebido. Mas não queria saber de conversa, ele queria matar, queria o meu desencarne. Eu o conheço e sei de sua conduta e cultura. Por isso que digo: Coração dos outros é terra que ninguém anda.

 

Vejam bem o que está acontecendo no limiar desta unificação. Os mentores estão levando seus espíritos para se acertarem com seus amigos e ou inimigos. Se você tem uma desavença com alguém o seu tutor espiritual pega seu espírito e leva até onde está o outro envolvido e lá podem desatar este nó. Muitos têm esclarecimento do que se passa, mas a maioria não fica sabendo de nada, é mais um irmãozinho que passou naquele trabalho.

 

O que eu faço aqui é justamente abrir o estado emocional falando a verdade com a permissão dos mentores presentes. O resto é com o jaguar ou ninfa que cultiva a sabedoria dos grandes iniciados.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

24.04.2017

 

“O Cavaleiro Verde foi a mais perfeita mudança que classificou aquele mundo peloponense. Esparta passou a ser uma figura elevada, que já aceitava a discussão e a polêmica entre Piton e outras dinastias. Foi trazido por Leônidas, deixando de ser aquele povo drástico e passando a assimilar outros ensinamentos e outras culturas, inclusive outras leis que foram lançadas à melhora do Estado de Esparta. A força destes Cavaleiros foi que trouxe a visão de Policena. Viram, naquele raciocínio tão grosseiro, um fenômeno dos mais belos. Todo o amor daquela criatura já estava dentro do seu coração. Voltavam as tropas, sem dizer nada um para o outro, mas mudou este comportamento. Entre eles surgiu um respeito e uma ternura. Então isso foi marcado nos planos espirituais, ficando bem evidenciada a evolução de Esparta. Meu filho, Cavaleiro da Lança Verde, em todas as épocas o Homem destrói, se destruindo. Nesta época, também nasce alguém e atravessando até mesmo a barreira do som, vem, por Deus, atravessando as cordilheiras e, objetivamente, chega no seu pedestal, se bem acolhido, e, com toda a razão, vai formando o seu Aledá. Foi o que aconteceu com o Cavaleiro da Lança Verde: chegada a hora de parar, ele chegou, emitindo outro som. Pouco depois, era o preferido! É assim, meu filho, que nos acontece. Jesus nos fala, nas trombetas, que vai mandar um missionário. O Cavaleiro Verde mudou todo o curso de Esparta, abriu a sintonia da mente e foi penetrando nas coisas mais belas. E se fez razão a toda aquela gente, que só sabia matar. Era um mensageiro de Deus, espírito luminoso que foi transformando as coisas. E assim acontece nas grandes e pequenas evoluções!” (Tia Neiva, 29.4.85)

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