VELHA OU NOVA ESTRADA – parte dois

Salve Deus!

 

Bíblia seria uma referencia as velhas estradas e o Evangelho de Jesus a nova estrada, repleta de ensinamentos.

 

No vale do amanhecer nós temos os mestres evangélicos e não mestres bíblicos. São mestres que veem na linha tumuchy, em respeito ao primeiro Tumuchy, Mário Sassi. A nossa doutrina é o Evangelho vivo e resplandecente, por isso devemos atentar para os costumes que ainda estão sendo cultuados em nosso sol interior e em nossos lares.

 

A firmeza de propósito em não se deixar levar pela onda migratória é que nos torna diferentes. A imensidão do sistema cristico altera todo o conhecimento científico espiritual da nova era. A Bíblia ainda prega o dente por dente, mas no evangelho não, ali se prega o amor incondicional, do perdão, da paz.

 

Quando Jesus veio para a terra ele veio com uma missão de reestruturar nosso mundo dividindo e subdividindo em planos de desenvolvimento. Cada plano é atingível pela evolução de cada ser que se integra a este sistema. Fora do sistema cristico não há como saber se está caminhando ou parado. Então este Evangelho veio para redimir os erros que os homens inscreveram na bíblia, pois ela foi alterada ao bem comum da necessidade humana.

 

Ao lermos vemos muitas contradições a respeito do ensinamento de Jesus, porque o homem gosta de matar, de vingar-se, de crucificar o próximo por não estar na mesma sintonia, no mesmo pensamento. As igrejas viraram pontos de encontro dos tiranos que usam da força para intimidar seus seguidores. Jesus foi sentenciado por não aceitar este tipo de prosseguimento. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Só vai ao Pai se for por mim”.

 

Nós deveríamos nos libertar destas tiranias, mas o homem jaguar faz parte deste acervo conturbado de perseguição, de perturbação, de desmerecimento. Eu já vejo nas crianças do futuro amanhecer uma nova ideologia científica sendo impregnada. Onde libertos da culpa caminham convictos de sua reencarnação. Livres como os pássaros que buscam a natureza para se abrigar.

 

A tempestade solar que há muito tempo eu a mencionei numa história, já começa a cessar seus efeitos catalisadores sobre a terra. O sistema começa a se normalizar a ponto de esfriar os sentimentos do sol interior. Haveremos de abrir o comando entre os planos diretamente na sensibilidade dos médiuns. O plano espiritual está encostado ao plano físico. Isso vai facilitar muito a reorganização mediúnica dos mestres. Haverá no principio muita energia chegando ao plexo e aos chakras, mas com o sistema biológico sendo equilibrado pela função dos pulmões, pelo oxigênio sendo impregnada pelo átomo divino, a energia será dissipada pela corrente sanguínea. Eliminaremos pelos poros o excesso e a mais pura será aproveitada para as viagens. Vamos ter muito trabalho para se conscientizar das jornadas nas estrelas. Não é ficção, mas um advento trazido para todos que aceitaram esta nova missão.

 

Felizes os que estão se preparando para suas jornadas fora do corpo físico. Aqui, aos poucos, com muito carinho vou abrindo esta porta emperrada, mas com cautela para não deixar escapar o sinal do farol que ilumina as noites escuras. Cada doutrinador é um farol e cada apará é um veículo, por isso a integração dos dois, porque um trás e o outro mostra a direção. Um sem o outro afundariam na escuridão do universo.

 

Aos poucos estou sendo integrado ao sistema que trabalho diretamente no plano espiritual. Digo que: para se chegar ao altíssimo é preciso merecer as dores de suas juras transcendentais. Eu estou na frente desta batalha e reagindo aos meus impulsos eletromagnéticos, magnetizando as lanças e espadas dos meus irmãos. Esta força induzida pela reação de um mundo cíclico exalta a preferência da formação do homem luz deste trieiro carmico.

 

O sol estava brilhando, eram 10 horas da manhã, quando a corte chegou. Eu estava tomando café, estava recebendo esta abertura tridimensional. Quando nos trabalhos a abertura se multiplicou em seres multidimensionais, Iemanjá, trazendo as mais puras energias cristalinas para a cura do espírito e do corpo físico. As energias, como eu posso descrever, entravam pelos plexos e chakras, fazendo uma elipse de plexo para plexo, e outro momento elas subiam para os chakras fazendo um zigue-zague, se alternando pela força da cabala. A cura estava sendo impregnada diretamente no sol interior. Eu saí deste trabalho com certeza de ter recebido uma força convergente, porque estava voando, estava tão bom que eu não queria terminar esta contagem do sétimo solar.

 

Quem participou recebeu, porque nossa Mãe Iemanjá distribuiu para todos os presentes a sua bênção. Entre as emissões e cantos oriundos das falanges missionárias tivemos certeza de estar na contagem das estrelas. Olorum, Oxalá, Obatalá.

 

Salve Deus!

 

Adjunto Apurê

An-Selmo Rá

23.03.2017

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