COMANDANTE NESTOR


Salve Deus!

A contagem do Nestor.

As nossas viagens são para mostrar o quanto nós nos evoluímos com a missão do amanhecer. O quanto ganhamos nesta participação direta nas forças que se entrelaçam trazendo no encontro das luzes benditas os esclarecimentos.

Fomos em missão. Agora era como se fosse o templo mãe, mas no plano espiritual. Minha ninfa foi comigo e ela viu com seus olhos a grandeza que servimos nesta curta estrada física, mas longa espiritual. Chegamos, Nestor, velho amigo e conterrâneo do sul, estava no comando desta casa. Muitos espíritos estavam em sua contagem, uns coordenando e outros trabalhado. O templo em sua estrutura estava sendo reformado, estavam arrumando tudo, estavam até implantando novos portais, elipses, para servir como abertura das forças. Ao chegarmos estava havendo um trabalho especial, tipo a sessão branca, pois os índios estavam ali presentes manipulando. Ao entrarmos neste templo espiritual fomos colocados em um aparelho de identificação, a luz azul era para os da casa e a luz vermelha para os visitantes. Ao passarmos pelo aparelho a luz se tornou branca, nem sei por que, mas houve um huaaaa, sabe aquele murmuro que sai espontâneo. Mesmo assim nos colocamos na fila que ia pela via sagrada. Os espíritos estavam todos alinhados com o comando do Mestre Nestor e ele dividia este comando com mais outros comandantes de sua linha.

Ao sentarmos no banco perto da porta de saída, pois era o único lugar disponível, a radiação foi tomando conta de todos. A energia giratória veio do centro para fora. Era como uma onda num lago quando se atira uma pedra. Ela veio e foi assumindo seu papel de manipulação das sintonias. Quando ela chegou em minha ninfa ela ficou toda irradiada e com coragem de enfrentar seu destino com a força do seu sol interior.

Eu olhava para tudo, queria registrar cada passo, cada momento. Eu via com meus olhos a grande responsabilidade que é ser um comandante neste amanhecer. Nestor no radar tomava as decisões que iriam refletir na cura dos espíritos e na forma de enviar para a terra os bons fluidos. Eu o vi e ele me viu, mas com discrição nós só trocamos olhares, porque ele agora comandava a sua missão no plano espiritual e eu na terra.

O respeito pela sua condição de executor é algo que nos revela a nossa evolução. Não tem como fugir da responsabilidade, não tem mesmo. Uns dizem quero desencarnar para fugir desta condição sofredora, mas ao desencarnarem verão o quando sua presença é importante para todos, tanto terra como céu. Por isso eu tenho viajado tanto, tento formar um esclarecimento para que todos saibam de suas missões e ter orgulho de ser jaguar, de servir ao Simiromba de Deus. Não lutar pelo poder material, mas se libertar destas fantasias, das pedras e das argolas frias e pesadas. Digo, ter seus benefícios materiais, mas não se tornarem obcecados pelo ouro e pela prata.

Ao partimos nestas experiências das vidas fora da matéria é que vemos onde estamos e porque de estarmos aqui suando nossos coletes. Para o espírito espartano não há descanso, ele veio para trabalhar, para mudar o destino do planeta, para limpar e não sujar. Um bom espartano não joga nem um papelzinho de bala no solo deste planeta. Ele é justo e razoável em sua decisão. Ele não se contenta com a desmazela que toma conta da terra.

Nestor agora comanda um templo espiritual.

Salve Deus!

Adjunto Apurê
An-Selmo Rá
15.02.2017

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